quinta-feira, março 31, 2011

Jaksland e Gallis: topónimos e antropónimos referentes ao nosso pais em Dinamarca e Noruega

Segundo recolhemos de um forum sobre a nossas história e cultura nacionais: "A aldea de Gallis encontra-se na provincia norueguesa de Vestfold, concello de Andebeu. A aldea de Jaksland está na provincia de Buskerud, concello de Røyken. Tamém existe um lago Gallis. Pensa-se que a orige destes topónimos naceu quando peregrinos noruegueses a Galiza voltárom a Noruega e decidirom pór o nome da Galiza ás suas aldeas.
 
Referencias a Jaksland em Google Maps

Estes dous topónimos aparecem documentados por primeira vez en 1398 num arquivo episcopal noruegués conhecido como Den Röde Bog. Neste arquivo cita-se umha vez Galiza (literalmente) e tres Iacobsland. Co passo do tempo Galiza foi adaptada fonéticamente ao noruegués como Gallis e Iacobsland como Jaksland. Actualmente, Gallis e Jaksland som tamém apelidos noruegueses, é dizer, há noruegueses e norueguesas que levam o nome da Galiza, o país de Sant-Iago, no seu apelido."

quarta-feira, março 30, 2011

Sobre a situação do Castro de Baronha

Recolhemos o artigo de F. Padin publicado no seu blogue Novas de Arqueologia sobra a situação do Castro de Baronha. Um dos mais conhecidos e incríveis pela sua localização em uma península marítima do Concelho de Porto Dozom. O abandono da sua defesa por aprte de todas as adminitrações competentes na matéria fazem perigar um dos estandartes do nosso património pre-histórico. Recomendamos a leitura do experto autor do artigo.

segunda-feira, março 28, 2011

Paradigma da Continuidade Paleolítica: uma luz para Galiza !!

A web do novo paradigma para a comprensão das nossas origens históricas e culturais. Isto vem a tirar pelo chão as teorias invasionistas dos "celtas" as quais não permitiam aos "anti-celtistas" achar na arqueologia material uma fonte para poder demonstrar a celticidade galaica porquanto não houver de facto ditas invasões e sim uma continuidade desde o paleolítico. Continuidade cultural em toda a área atlántica com a que os habitantes do noroeste peninsular estavam relacionados durante muitos miles de anos desde a constituição do sul europeu penisular como refúgio durante as glaciações que sofreu Europa que começarom há uns 100.000 anos e que tiveram o seu máximo há 18.000 anos. Apartires dessa altura começaram a retoceder durante 8.000 anos. Visitai esta página que contém numerosos artigos ao respeito e nomeadamente os referidos à Galiza.

terça-feira, janeiro 18, 2011

Novo achádego arqueológico em Palas de Rei

Um achádego arqueológico paralisa uma obra de Fomento em Palas de Rei segundo informa hoje o diário espanhol "El Mundo" na sua edição de Galiza.


http://www.elmundo.es/elmundo/2011/01/17/galicia/1295294006.html

quinta-feira, novembro 11, 2010

SUEVOS - SCHWABEN

Para quem não conhecer: muito interessante livro de ponências do congresso sobre os suevos celebrado pola Universidade do Minho, em Braga em 1996 "Suevos-Schwaben" de Erwin Koller e Hugo Laitenberger. Os mapas ilustram a importância da Galiza medieval.

Que não nos mudem a história os falsários da historiografia oficial espanhola!!!

O livro está disponível para ler ou imprimir em google:
http://books.google.es/books?id=aGc2GwyvuEgC&pg=PR35&dq=sueben+galicien&source=gbs_selected_pages&cad=3#v=onepage&q=sueben%20galicien&f=false

A Galiza aústriaca: Gallizien

Gallizien é um município da Áustria localizado no distrito de Völkermarkt, no estado de Caríntia.
Vila alcumada por influência da nossa Galiza. A influência do Reino (ou Imperio da Galiza) medieval é negada pola historiografia espanhola.

Também é acochada a importância da Galiza até a idade moderna e contemporánea passando pola Francessada em que o protagonismo dos exércitos galegos na expulssão da península de Napoleão foi fulcral.
http://www.gallizien.gv.at/?
Chronik


Das Gebiet zwischen Karawanken und Drau zeigt frühe Besiedlungsspuren. Der älteste regionale Fund war eine mittelbronzezeitliche Bronzedolchklinge. Zumindest seit der Spätantike muss es von Juenna (Globasnitz/Hemmaberg) her eine Straße mit einem noch nicht näher lokalisierten Drauübergang gegeben haben. Im Jahr 1931 entdeckte man bei Goritschach südlich von Möchling die Reste einer römischen Villa und einer Siedlung, von der ein gleichmäßiger Weg auf den Steinerberg führte. Am Steinerberg selbst, einem 653 m hohen Bergrücken, fand man eine ausgedehnte Befestigungsanlage mit Wällen um ein ovales Plateau vor.

Gegen Ende des 6. Jahrhunderts ließen sich in den günstig gelegenen Siedlungsgebieten Alpenslawen nieder, welche auch in den Ortsnamen auffällige Spuren bis heute hinterließen. So finden sich unter den landschaftsbezogenen Ortsnamen Namenspaare wie Dolintschach (Talmulden-bewohner) und Goritschach (Bergkuppenbewohner), oder Glantschach (bei denen am steilen Hohlweg) und Krejanzach.


Um 1100 errichteten dann die Herren des Landgerichts Rechberg zum Schutze ihrer Herrschaft am Nordhang des Obirs auf einem steilen Felskopf unweit des berühmten Wasserfalles die Burg Wildenstein. Der Kärntner Herzog gab sie nach 1209 wie Rechberg als Lehen aus, bis sie - nach Unrest - 1348 einem Erdbeben zum Opfer fiel und nicht wieder aufgebaut wurde. Heute sind von der Burg nur mehr Teile des Berings, ein Turmbau und ein Stück des Palas erkennbar.

1123 hatte Herzog Heinrich IV. von Spanheim das "predium quod Mochilich dicitur" (Möchling) dem Benediktinerstift St. Paul geschenkt.

Kirchlich unterstand das ganze Gebiet südlich der Drau seit 811 dem Patriarchat Aquileja, und die meisten Kirchen innerhalb der heutigen Gemeindegrenze waren Gründungen von Klöstern oder standen in enger Beziehung zu diesen.

Der Ort Gallizien verdankt seiner Kirche den ungewöhnlichen Ortsnamen. Hier konnten zunächst die Augustiner-Chorherren von Eberndorf nach einer reichen Stiftung eine Eigenkirche zum hl. Jakob d.Ä. gründen. Nachdem die Kirche zuerst "unter Wildenstein" und "an der Vellach" hieß, erhielt der Ort im 15. Jh. , im Anklang an die bis heute bekannte Wallfahrtskirche Santiago de Compostela (hl. Jakob) in der nordspanischen Provinz Galicia, den Namen.

Ab dem 17 Jh. bildete dann Rechberg mit Sonnegg, Stein und Feuersberg ein großes vereinigtes Landgericht in den Händen der Grafen Orsini-Rosenberg.

Der Seebergsattel war bis zum Ausbau der Loiblstraße im 16 Jh. wichtiger regionaler Karawankenübergang. Der Paßweg führte durch Möchling, wo sich eine Überführ über die Drau befand. Im Jahr 1836 errichtete ein Bauer aus Seeland unterhalb von Schloß Saager eine hölzerne Mautbrücke, die nach der Schloßkirche von Saager hinfort Annabrücke gennant wurde.

Seit der 2. Hälfte des 20. Jahrhunderts gewinnt der Sommerfremdenverkehr für die Gemeinde immer mehr an Bedeutung. Die nahen Seegebiete ermöglichen heute in Gallizien Urlaub in einer noch unberührten Natur, abseits von Stress und Hektik.

terça-feira, novembro 09, 2010

Palestras sobre a nossa história, língua , meio e cultura para escutar e baixar da rede

Neste porta de podcast ou documentos e recursos sonoros gravados em formato digital achamos o canle "Gallaecia" que reune uma série de palestras, mesas redondas e exposições sobre diversos aspeitos da nossa história, a nossa cultura, o nosso meio ambiente, a nossa situação nacional que ademais de escutar "online" podemos descarregar para regista-los em um CD ou DVD ou como arquivo mp3 para escutar mentres realizamos outras actividades ou nos deslocamos no carro, fazemos desporto, etc.


Imprescindíveis porquanto consituem uma seleção das melhores palestras e dos melhores intelectuais do novo paradigma de estudo da nossa cultura e história, fugindo da historiografia fantasiosa que o vencedor impõe sempre para adequar o passado ao seu projecto imperial do presente e futuro. Muito recomendável.

http://www.ivoox.com/escuchar-gallaecia_nq_3721_1.html






Interessante trabalho sobre toponímia e antroponímia sueva


Recolhemos aquí a ligação a uma entrada muito interessante à respeito da antroponímia sueva no antigo Galliciense Regnum ou Reino Galego fundado no século V polos nossos avôs suevos.

Incluido no blogue de Cossué, Fror Na Area: frornarea.blogspot.com



quinta-feira, novembro 04, 2010

Destruido castro único em Corunha


O jornalista e professor universitário Manuel Gago no seu blogue Capítulo O (premer acima a ligaçom) da-nos conta desta desfeita da que extraimos as imagens que acompanham esta entrada. O Xornal também recolhe hoje esta nova redigida por Hector J. Pena que reproducimos aquí:

"Hai seis anos, arqueólogos, ecoloxistas e veciños denunciaban que as obras do porto exterior da Coruña, en Punta Langosteira, ían levar por diante o castro de Cabo Cociñadoiro. A este respecto, a Declaración de Impacto Ambiental do 23 de febreiro de 2001 do Ministerio de Medio Ambiente xa recoñecía a existencia dun importante patrimonio cultural na futura zona de obras, no que se incluían outros catro asentamentos e un santuario, ademais de facer constar “a presenza dun castro de pequenas dimensións, o castro do Cociñadoiro”.

Esa mesma declaración recollía que entre o patrimonio arqueolóxico, “os principais efectos serían sobre o Cabo Cociñadoiro”. A solución que o Ministerio de Medio Ambiente propuña como medida protectora consistía nunha “actuación de rescate dirixida por técnicos arqueólogos a fin de proceder á protección e a conservación dos restos”.

A principios do 2005 comezaban unhas escavacións que cara a principios do verán xa estaban rematadas. Eses traballos arqueolóxicos sacaron á luz 23.000 obxectos, pese a que solo foron inventariadas 9.687 pezas, segundo un informe elaborado polo equipo arqueolóxico. Despois, a historia deixou paso ao progreso e as obras seguiron o seu curso, levando por diante o Castro de Cociñadoiro –tamén coñecido como de Punta de Muros–.

O xornalista Manuel Gago lembraba onte na súa bitácora (www.manuelgago.org/blog) todo este proceso, e citaba que o pasado 11 setembro se presentou en Cádiz o libro Cuaternario y arqueología: Homenaje a Francisco Giles Pacheco. O volume inclúe un estudo sobre o devandito castro dos profesores Juan A. Cano Pan –director da escavación do 2005– e Fernán Gómez Filgueiras de Brage. Nel, os arqueólogos falan da “necesidade” da intervención nun xacemento que parecía “bastante degradado”, e dunhas actuacións que consistiron na “desmontaxe” das distintas estruturas atopadas unha vez escavadas, “reservando as máis representativas e mellor conservadas do poboado para a súa posterior recolocación nun centro de interpretación”.

IMPORTANCIA ARQUEOLÓXICA

Este estudo revela un aspecto vital para calibrar a importancia do xacemento: a cronoloxía. Os inicios do poboamento sitúanse no século IX a.C., sendo o seu apoxeo entre o VII e o VII, para ser abandonado na segunda Idade do Ferro, tempo no que a actividade castrexa no resto de Galicia estaba en pleno apoxeo.

“Trátase da datación máis antiga da Idade do Ferro en Galicia”, apunta o arqueólogo Ramón Boga. Na mesma liña maniféstase o propio Manuel Gago, que apunta que o de Punta de Muros é “un castro totalmente único”. “É o único deste tipo en Galicia, cunhas estruturas que responden máis a tipoloxías do ámbito mediterráneo que as galegas, e que revelan unha sociedade moi complexa, capaz de cambiar toda a concepción da prehistoria de Galicia. Ademais, esa é unha zona moi pouco fértil, e durante as escavacións non se atoparon moitas das ferramentas comúns dos castros, como muíños de man, o que levanta dúbidas sobre como se alimentaban”, engade.

Agora que non hai volta atrás, a Autoridade Portuaria considera instalar un centro de interpretación do desaparecido castro no seu lugar, que contará con miradoiro e restaurante. “O centro pretende ser un complexo de usos múltiples con fins sociais”, indica un portavoz na Autoridade Portuaria da Coruña.

Tras un proceso de selección, criticado por asociacións de veciños e afectados como Monte da Estrela por “limitar a igualdade de oportunidades” e polo “baixo” importe do investimento, escolléronse 16 proxectos, dos cales seis foron nomeados finalistas. “O noso obxectivo é nomear un gañador en poucas semanas e comezar coa construción coa idea de que estea funcionando no 2012”, apuntan dende o porto coruñés.


Con respecto á polémica sobre as actuacións levadas a cabo no castro de Cociñadoiro, a Autoridade Portuaria afirma que tras a escavación “todo foi recuperado e catalogado” e que “nada foi destruído”, pese a que Verónica Blanco, da Asociación Cultural Monte da Estrela, sinala que “os restos están en teoría no porto, malia a que nada é seguro”, e que o caso da obra de Punta Langosteira é un claro exemplo de que “a obra civil prima sobre o patrimonio histórico”.

quarta-feira, outubro 27, 2010

Ringfort, os castros do resto dos paises celtas


Ringforts are circular fortified settlements that were mostly built during the Iron Age (800 BCE–400 CE), although some may have been built as late as the Early Middle Ages (up until ~1000 CE). They are found in Northern Europe, especially in Ireland.


In Irish language sources they are known by a number of names: ráth (anglicised rath), lios (anglicised lis), caiseal (anglicised cashel), cathair (anglicised caher or cahir) and dún (anglicised dun or doon).[1][2] The ráth and lios was an earthen ring-fort; the ráth being the enclosing bank and the lios being the open space within.[1][2] The caiseal and cathair was a stone ring-fort.[1][2] The term dún was usually used for any stronghold of importance, which may or may not be ring-shaped.[1]


In terms of quantity, distribution and access, no historical or archaeological record of the Early Medieval Period in Ireland comes close to the ringfort. Over 45,000 sites have been identified as ringforts throughout Ireland and it is generally accepted that in the region of 60,000 ringfort sites can be identified. It is probable that due to intensive farming methods, the levelling of field and expansion of urban areas than many more were originally built but have been lost to us today, but through the use of early Ordnance Survey maps and aerial photography many previously unknown ringforts have been discovered. Also, the extensive archaeological work that has accompanied the large road-building programs in Ireland have uncovered many unknown "fairy forts" and will probably continue to do so.


Despite regional variations in the density of ringforts particularly in the areas of Meath and traditional Leinster where there are comparatively few ringforts, they are generally a feature common throughout the country, with a mean density of just over one ringfort within any area of 2 km². Despite their number, consensus has yet to be reached on two of the principal issues relating to ringforts, firstly, when they were built and secondly, what their function was.



segunda-feira, outubro 25, 2010

Começam excavações arqueológicas no Monte de Lobeira em Vila-Garcia



Segundo informa a arqueóloga vilagarciana e professora da Universidade de Vigo, Bea Comendador no blogue http://apedradoencanto.blogspot.com/ hoje começam dous sondeios arqueológicos para determinar a natureza de um círculo lítico a a sua possível relação com túmulos adjazentes. Convidam a tod@a aquel@ interessad@a a visitar os trabalhos. Avante pola recuperação do nosso património histórico e arqueológico. Sem passado não somos nada.

quinta-feira, outubro 14, 2010

Toponimia celta em Condado-Paradanta

O "Dictionary of Celtic Mithology" de James MacKillop nos oferece uma entrada do termo "condatis", deidade celta cuja definição indica: CONDATIS (CONDADO): alta deidade da Bretanha ocupada por Roma associada principalmente com as confluências dos rios. As suas
aras ou santuários têm sido achados entre os rios Tyne e Tees em Northumberland, Cumberland e Durham no norte do que hoje é Inglaterra. Soe identificarse com o Marte romano. Este término é empregado em muitos topónimos, alguns tam lonjanos como na Gália. E podemos engadir como na Galiza onde temos a comarca do Condado e o rio Tea em Ponte Areias que conflue no Minho. Mais um paralelismo cultural entre Galiza e o mundo atlántico dos paises celtas.

sexta-feira, outubro 08, 2010

Gallaecia não era Hispánia



Later Gallaecia

In Beatus of Liébana (d. 798), Gallaecia refers to the Christian part of the Iberian peninsula, whereas Hispania refers to the Muslim one. The emirs found it not worth their while to conquer these mountains filled with fighters and lacking oil or wine.

Sancho III of Navarre in 1029 refers to Vermudo III as Imperator domus Vermudus in Gallaecia.



GALLAECIA , O REINO DE GALIZA, é passado mas conformou o nosso presente por ser a época de maior esplendor do nosso pais a respeito da consolidaçom das instituiçons terriotoriais próprias da Galiza, como as paróquias ou freguesias, o direito comunal (P.E. montes em mao comum), o grosso do nosso direito civil de origem suevo-germánico (hoje subsidiário do espanhol), a nossa língua nacional, o celme da nossa música tradicional (a palavra GAITA tem origem germánica sueva, vem de cabra (o fol tradicional é o estómago da cabra) em língua germánica), costumes diversos como os referentes a muitas festas tradicionais como o Entruido com paralelismos actuais em Aústria), etc, etc.

Sem Reino de Galiza, hoje nom existiria nem a língua nem Galiza como entidade.

As provincias por exemplo som um invento de um espanhol Javier de Burgos a meados do século XIX, copiando aos franceses por que os espanhóis nunca se distinguiram por inovar demasiado a nom ser a correr e dando pancadas a umha bola...

QUEM ANDA A MENTAR O PASSADO SOM OS NACIONALISTAS ESPANHÓIS COM A SUA BANDEIRA QUE UNIFICA BAIXO HEGEMONIA CASTELHANA OS TRÊS REINOS NOM CASTELHANOS, HOJE NAÇONS NOM ESPANHOLAS: AS CADEAS DO REINO DE NAFARROA, AS BARRAS DE ARAGOM-CATALUNYA E O LEOM DE GALLAECIA-ASTÚRIES-LLION.

Galiza será umha nova Phoénix !!!

quinta-feira, novembro 19, 2009

domingo, maio 11, 2008

17 de Maio: A nossa língua em perigo !!!


Chega um novo maio depois de um ano caracterizado polos ataques extremistas espanhóis contra a nossa língua por parte de vários grupúsculos que desejam uma involuçom legal na já limitada normativa que ampara o direito a vivirmos em galego.


A Mesa pola Normalización Linguística convoca uma manifestaçom para o domingo 18 que é apoiada com matices pola AGAL e nom apoiada por grupos reintegracionsitas como o MDL ou a Gentalha do Pichel de Compostela.


Desde Gallaecia queremos sumar-nos á necessidade de manifestar-se nas ruas pola nossa língua mas tambêm duvidamos da independência da MNL a respeito dum governo regional que pretendem criticar.


O reintegracionismo é a única opçom válida e eficaz para normalizar a nossa língua.


Recolhemos aquí os pontos que publica a AGAL a este respeito:


1.- Denunciar as políticas de substituiçom lingüística que levamos sofrendodurante os últimos 25 anos, disfarçadas de falsa normalizaçom lingüística.


2.- Exigir o reconhecimento da condiçom internacional da nossa Língua, que com a variedade própria das línguas internacionais é falada por centos de milhões de pessoas no mundo, quer como língua nativa, como é o caso dos galegos, quer como língua oficial de oito Estados, ou como língua cada vez mais estudada em todo o mundo polas vantagens das línguas internacionais.


3.- Denunciar as autoridades e administrações públicas que, em vez de garantiremos direitos lingüísticos e democráticos do Povo galego, discriminam e perseguem aqueles que nom aceitam a deriva de substituiçom lingüística e dialectizaçom castelhanizadora do Galego que o torna desnecessário no seu próprio país.


4.- Apoiar a iniciativa aprovada no Parlamento por unanimidade reclamando a recepçom das rádios e televisões portuguesas na Galiza, que pedimos que se efective desde já e que nom fique numha simples declaraçom sem vontade real de a levar a cabo. 5.- Denunciar também os grupos extremistas que, protegidos por certos sectores políticos, atacam o direito e a liberdade de vivermos na Galiza em galego. 6.- Finalmente, apelamos a toda a sociedade para exigir umha mudança das políticas que tornam a Língua desnecessária e dialectal, como forma de impor o uso do castelhano, por políticas que garantam os nossos direitos lingüísticos individuais e colectivos, assegurando que o Galego continue a ser a língua própria dos galegos e galegas, e umha língua extensa e útil.


quinta-feira, dezembro 14, 2006

CÃOZINHO ABANDONADO EM PONTE DE AUTOVIA



Hoje ao meiodia o trânsito de uma via galega no meio de uma ponte foi obstaculizada polas viaturas de umas pessoas que não dubidaram em parar para auxiliar a um cãozinho situado na baranda da ponte com sério perigo de cair ao vazío desde uma altura muito considerável.

Tinha uma corda atada ao colo. Quereriam que se auto-aforcara?

O cabronazo-s que o abandonaram deveriam de receber justiça, mas coma sabemos que não se está a cumprir com o requisito de identificação das mascotas mediante chip com os dados do dono e ainda estando-o as polícias não fazem rem para fazer cumprir a Lei de Proteção dos Animais em casos de abandono, pois como isto está constatado, não cabe mais no nosso ánimo que despreçar a esta chusma e acumular ganhas de mandar-lhe uma sarta de hostiazos hasta deixa-los secos.

Se não há justiça "oficial" terá que have-la popular, não si?

Vivemos em uma Galiza cheia de desalmados que não querem aos seus velhos, nem aos filhos nem às mulheres. Coma vã querer aos cãos???

Os animais não são mais que um colectivo de risco mais. Os febles. Coma a mocidade, as mulheres, os anciãos, os parados, etc.

Os "valentes" que actuam de modo "inhumano" deveriam passar por um tribunal popular sensível às realidades de abuso que se dam na sociedade.

quarta-feira, novembro 22, 2006

PSOE POLO ISOLAMENTO DA GALIZA A RESPEITO DA EUROPA


Segundo informa LA Voz, o PsoE não está pola laboura de facilitar a nossa conexão com paises do nosso entorno europeu mais próximo coma às irmãs Asturies e Cantábria e EH e França, porta da entrada na Europa mais dinámica eocnomicamente falando.

Querem-nos fechar e ailhar. Os nacionalistas soberanistas queremos abrir Galiza para o mundo.

A iniciativa do PP não é negaticva, embora o AVE deve ser complementado com a conexão por estrada e a melhora das comunuicações internas na Galiza que permitam uma comunicação rápida desde as Rias Baixas ao norte de Lugo.

Reproduzimos a nova publicada na web de dito jornal:

"INFRAESTRUTURAS
O PSOE tomba unha iniciativa para impulsar o AVE do Cantábrico
A comisión de Fomento do Congreso rexeitou a petición do PP para priorizar o corredor

Os populares entenden que «estanse pondo escusas» para non executar o proxecto

O PPdeG acusa a Touriño de «faltar á verdade» sobre o inicio das obras en Lubián-Ourense
A comisión de Fomento do Congreso rexeitou onte unha proposición non de lei presentada polo PP na que se instaba ao Goberno a efectuar, con carácter prioritario, o AVE do Cantábrico, que enlazaría Ferrol e Bilbao e vertebraría as comunidades cantábricas a través da alta velocidade ferroviaria. A execución «rápida e decidida» deste proxecto de infraestruturas, incluído dentro do Plan Galicia, é -para os populares- «fundamental como garantía de dinamización e desenvolvemento económico para Galicia, Asturias, Cantabria e o País Vasco».

A proposta do PP, que pretendía acelerar os trámites para que o AVE do Cantábrico estivese en servizo no prazo comprometido (2012-2014), foi rexeitada por 20 votos en contra (PSOE, ERC e EU) e a abstención de BNG e CIU. Para Joaquín Martínez Sieso, encargado de defender a proposición, a votación deixa claro que «o Goberno négase a construír o AVE entre Ferrol e Bilbao, o que supón un agravio inaceptable para galegos, asturianos, cántabros e vascos».

Incumprimentos

Martínez Sieso xustificou a proposta do seu grupo con «as numerosas informacións contraditorias emanadas do Ministerio de Fomento nos últimos meses», e os indicios de incumprimento do compromiso sobre esta infraestrutura, «que está xerando inquietude nas comunidades afectadas».

Pola súa banda, BNG e PSOE presentaron emendas á proposición do PP, que non foron aceptadas polo Grupo Popular, alegando que «rebaixaban substancialmente o contido da moción aprobada por unanimidade o 22 de xuño do 2004», na que os grupos do Congreso fixaron o 2012-2014 como prazo para a finalización das obras do AVE do Cantábrico, o mesmo horizonte temporal que se marcou no programa de investimentos do Plan Galicia.

O deputado socialista Antón Louro afirmou onte que o Ministerio de Fomento estaba traballando no Plan Sectorial Ferroviario «a bo ritmo e con obxectivos», e cargou contra a proposta popular dicindo que «non ten razón nin fundamento», mentres que si o tería, apuntou, preguntar ao Goberno sobre as obras que se están levando a cabo neste momento.

O BNG, pola súa banda, defendeu na súa emenda que as obras comezasen no 2008 e que se aclarase nun prazo de seis meses a viabilidade do corredor de alta velocidade e a súa eventual compatibilidade co actual trazado de Feve.

O nacionalista Francisco Rodríguez, pola súa banda, apuntou tamén que ao seu grupo preocupábanlle máis a marcha do eixo atlántico e o tramo Ponferrada-Monforte, aos que se referiu como «prioritarios».

Polo que respecta ao ferrocarril convencional, o que si aprobou onte a comisión de Fomento do Congreso foi unha proposta do BNG para mellorar o funcionamento dos servizos de Feve en Galicia
."

quinta-feira, novembro 02, 2006

NENHUM PAIS ARREPENDEU-SE DE ACADAR A LIBERDADE

A Pátria dos Galaicos desaparece. A maré da assimilação avança, mudando a nossa originalidade por essa qualidade de homens e monos que se chama imitação.

Apesar dos esforços de cinco séculos não temos passado a raia do não retorno que nos garanta a existência futura.

Com a globalização, nações e línguas como a nossa desaparecerão coma as baleias ou a Amazonia.

Hoje ser Galego é uma forma de ser ecologista.

Desde o começo da conquista da Galiza, temos experimentado várias fórmulas de convívio com a Espanha. Nenhuma delas tem freiado a perda da língua, territórios, cultura, direitos ou idiossincrasia galega.

Com Espanha desaparecemos.

Só fica provar a INDEPENDÊNCIA. A não dependência. Nenhum pais se tem arrependido de te-la acadado, nomeadamente se tem sido livre das cadeias da Espanha.

Nós tambêm não o fazeremos. Sobram-nos rações para isto.

(adapt. de J.M.E.Z. em "UM CENTO DE RAZÕES PELAS QUE DEIXEI DE SER ESPANHOL")

OS INGLESES: MAIS CELTAS QUE ANGLO-SAXÕES

http://thescotsman.scotsman.com/index.cfm?id=1393742006

No artículo diz coma os galeses são o povo mais celta e isto concorda com outros estudos genéticos onde aparecem como o povo da europa mais perto dos galaicos.

"We're nearly all Celts under the skin
IAN JOHNSTON
SCIENCE CORRESPONDENT
A MAJOR genetic study of the population of Britain appears to have put an end to the idea of the "Celtic fringe" of Scotland, Ireland and Wales.

Instead, a research team at Oxford University has found the majority of Britons are Celts descended from Spanish tribes who began arriving about 7,000 years ago.

Even in England, about 64 per cent of people are descended from these Celts, outnumbering the descendants of Anglo- Saxons by about three to one.

The proportion of Celts is only slightly higher in Scotland, at 73 per cent. Wales is the most Celtic part of mainland Britain, with 83 per cent.

Previously it was thought that ancient Britons were Celts who came from central Europe, but the genetic connection to populations in Spain provides a scientific basis for part of the ancient Scots' origin myth.

The Declaration of Arbroath of 1320, following the War of Independence against England, tells how the Scots arrived in Scotland after they had "dwelt for a long course of time in Spain among the most savage tribes".

Professor Bryan Sykes, a human geneticist at Oxford, said the myth may have been a "residue" in people's memories of the real journey, but added that the majority of people in England were the descendants of the same people who sailed across the Bay of Biscay.

Prof Sykes divided the population into several groups or clans: Oisin for the Celts; Wodan for Anglo-Saxons and Danish Vikings; Sigurd for Norse Vikings; Eshu for people who share genetic links with people such as the Berbers of North Africa; and Re for a farming people who spread to Europe from the Middle East.

The study linked the male Y-chromosome to the birthplace of paternal grandfathers to try to establish a historic distribution pattern. Prof Sykes, a member of the Oisin clan, said the Celts had remained predominant in Britain despite waves of further migration.

"The overlay of Vikings, Saxons and so on is 20 per cent at most. That's even in those parts of England that are nearest to the Continent," he said.

"The only exception is Orkney and Shetland, where roughly 40 per cent are of Viking ancestry."

In Scotland, the majority of people are not actually Scots, but Picts. Even in Argyll, the stronghold of the Irish Scots, two-thirds of members of the Oisin clan are Pictish Celts.

However, according to the study, the Picts, like the Scots, originally came from Spain.

"If one thinks that the English are genetically different from the Scots, Irish and Welsh, that's entirely wrong," he said.

"In the 19th century, the idea of Anglo-Saxon superiority was very widespread. At the moment, there is a resurgence of Celtic identity, which had been trampled on. It's very vibrant and obvious at the moment.

"Basically the cornerstone of Celtic identity is that they are not English. However, to try to base that, as some do, on an idea that is not far beneath the surface that Celtic countries are somehow descended from a race of Celts, which the English are not, is not right. We are all descended from the same people.

"It should dispel any idea of trying to base what is a cultural identity on a genetic difference, because there really isn't one.""

DENOMINAÇÃO DA GALIZA NO NOVO ESTATUTO

Não é um tema menor.

O importante é o conteudo do articulado que para um nacionalista nunca será totalmente satisfactório porquanto não será reconhecido o direito à autodeterminação.

Contudo e para intentar ser "pragmáticas" devemos não obviar a importância da denominação da Galiza.

Esta denominação pudera implicar o reconhecimento futuro de certa legitimidade identitária e não enquanto poderá ser utilizado para apelar a um reconhecimento da identidade de nação já no momento em que se aprovar o novo texto.

Isto sabem-o os nacionalistas catalães e tambêm o PP.

É por isto por que o PP se opõe a tal reconhecimento nacional da Galiza.

Mas se em Andalucia aceitaram o término "realidade nacional", existiria certa lógica pola que na Galiza deveriam aceitar um grau mais: aceitar o término nação, sem apelidos, de não ser polo despreço que demonstram para com Galiza.

Vai ser dificil qu o PP o aceite. De não aceita-lo, mesmo seria melhor ficar sem novo estatuto até melhores tempos.

Mirai os bascos. Eles seguem o seu próprio caminho, sem presa. Quer dizer, o seu próprio ritmo para acadar a sua liberdade. Nem miram para outros estatutos para se referenciar neles.

O nacionalismo galego deveria trabalhar polo reconhecimento da soberania da Galiza e como mal menor, que o novo estatuo nos reconhece-se coma nação. Para sentar precedente. Menos disso, melhor não assinar nada com Feijoo e Tourinho.

Espero que o Quintana não aceite a nossa andalucização...

quarta-feira, outubro 25, 2006

CIENTÍFICOS ITALIANOS SITUAM NORTE-NOROESTE PENINSULAR COMO BERÇO DOS POVOS CELTAS


Fazémo-nos eco de uma nova publicada pelo jornal La Voz de Galicia:

"Una teoría de investigadores italianos sitúa en Galicia la cuna del mundo celta
21/10/2006

Mario Alinei y Francesco Benozzo se basan en factores genéticos, arqueológicos y lingüísticos

Una de las premisas de su tesis está en la antigüedad del arte megalítico de la comunidad

Francesco Benozzo dice que los monumentos megalíticos sitúan la cultura celta en Galicia.

Galicia es un pueblo celta. Y aún más, es el núcleo original o «patria» del mundo celta que en el Paleolítico estaba formado por un área compacta (no se habían disgregado entonces las islas británicas) que incluía el norte de España, Bretaña, Irlanda y Gales. Así lo afirman los autores de la Teoría de la Continuidad Paleolítica, los italianos Mario Alinei y Francesco Benozzo, quienes basan su tesis en correspondencias genéticas, lingüísticas y, sobre todo, arqueológicas entre las poblaciones de este área.

Benozzo insistió en que Galicia «no es sólo céltica, sino protocéltica». «Existe una afinidad de tipo arqueológico y genético que demuestra que ésta era un área compacta en el Paleolítico y Galicia es el núcleo original; la población céltica siguió al norte y llegó a Irlanda, que se estaba formando como isla», afirmó el doctor de la Universidad de Bolonia y director de la revista Studi celtici. La teoría que comparte con Alinei, profesor de la Universidad de Utrecht, se retrotrae a la época glaciar, que sitúa hace 25.000 a 40.000 años, en que Galicia estaba habitada esencialmente por pescadores, quienes se apostaron en la franja del litoral atlántico «y la principal e indudable evidencia es arqueológica, el megalitismo». «Los megalitos son un fenómeno costero como culto al mundo marino», añadió.

El investigador recordó que esta manifestación «es un fenómeno celta y Galicia tiene los yacimientos más antiguos después de Bretaña y por delante de Irlanda». En este sentido, subrayó que tan sólo 500 años separan los megalitos gallegos de los bretones, que datan aproximadamente del 5500 antes de Cristo. «Los megalitos son un fenómeno costero como culto al mundo marino», añadió.

El investigador habló también de correspondencias genéticas y aludió a los estudios del inglés Bryan Sykes. «El gen paleolítico de Irlanda, y la región céltica de Gran Bretaña (Gales, Cornualles y Escocia) es una extensión del de la España del norte (Galicia, Cantabria y luego la zona de Bretaña) -indicó-. Pensamos que hay una correspondencia de tipo lingüístico, genético y arqueológico, porque no hay signos de una invasión externa en Galicia, sino más bien de irradiación de Galicia». Así, según su teoría, la lengua celtibérica que se habló en la España central es una variante muy tardía de la antigua lengua céltica originaria de Galicia. «Usando la terminología de hoy, España sería una colonia de Galicia, no al contrario», concluyó."

segunda-feira, setembro 25, 2006

GOVERNO ESPANHOL RELEGA OS PORTOS GALEGOS A CATEGORIA SUB-REGIONAL

Segundo publicou onte "La Voz de Galicia" o governo espanhol relega os portos galegos à categoria sub-regional.

Isto pode ter conseqüências numa merma dos futuros investimentos em infra-estruturas de transportes intermodais.

Os maiores investimentos destinarão-se ao eixo Barcelona-Algeciras.

Na previsão de tránsitos marítimos incluida polo Ministério de Fomento espanhol no Plano de Infraestruturas de Transporte, Galiza sai muito mal parada, pesse aos esforços que se estão levando a fim na área de Vigo e Corunha.

Os grandes aumentos previstos por Fomento acham-se no eixo mediterráneo Barcelona-Tarragona-Valencia-Cartagena-Algeciras.

Na zona atlántica e cantábrica destacam os crescimentos de Xixón e Bilbo.

Galiza nunca sairá do fundo das estatísticas sócio-económicas estatais e europeias de manter-se uma política neo-colonial desde o estado espanhol.

Os maiores portos experimentarão maior tránsito e conseqüentemente receberão maior financiamento estatal.

Todos os discursos que predicam o trabalho arreio para conseguir a convergência regional são discursinhos políticos trucados. Lixo.

Os mais fortes crescerão mais e a maior ritmo que os pequenos mas isto fica feio dize-lo em boca dos apóstolos da igualdade e do socialismo espanhol, Zapatero, Blanco e Tourinho...

O Bng apoiará os novos orçamentos do estado para 2007.

Para que? polo compadreio no novo governo da Junta??

Galiza esmorece e contudo vendem-nos os novos orçamentos como os melhores da história.

Tudo uma farsa.

quarta-feira, agosto 23, 2006

PP-PSOE QUEREM ESTATUTO GALEGO MENOR QUE O CATALÃO !

O senhor espanhol José Blanco do PsoE volve a reclamar a definição da Galiza no preâmbulo do novo estatuto como "nazón de Breogán".

Esta é uma grave aldragem e um despreço para com Galiza.

Tourinho e o PsoE querem relegar á Galiza a uma posição por detrás de Catalunha e o Pais Basco e igualar-nos a regiões espanholas como Múrcia, Extremadura, o Madrid...

Isto não devera ser permitido polo Bng.

O Estatuto não é solução, mas se o novo estatuto é o que esses merdeiros querem que seja será ainda menos solução.

Os galeguistas moderados coma eu, postamos pola auto-determinação e a independência para instaurar uma República Galega, mas se ficamos com um estatuto que não reconheza nem no preâmbulo a mesma categoria que a Catalunya, começamos mal.

ESPANHÓIS FORA DA GALIZA !!!!

Por onde vai sair o Bng???

Impõe-se a movilização cidadá para o reconhecimento efectivo dos nossos direitos nacionais.