sexta-feira, julho 22, 2011

quarta-feira, julho 20, 2011

Suevos, Suevi, Suebi, Swebaz, Swaefs

The Suebi or Suevi (from Proto-Germanic *swēbaz based on the Proto-Germanic root *swē- meaning “one’s own” people, from an Indo-European root *swe-, the third person reflexive pronoun) were a group of Germanic peoples who were first mentioned by Julius Caesar in connection with Ariovistus’ campaign, c. 58 BC; Ariovistus was defeated by Caesar.

Representação da andaina, durante um duro inverno continental, do povo suevo no seu percurso desde centro-Europa até a Gallaecia onde ficarom.


Some Suebi remained a periodic threat against the Romans on the Rhine, until, toward the end of the empire, the Alamanni, including elements of Suebi, brushed aside Roman defenses and occupied Alsace, and from there Bavaria and Switzerland. Except for a pocket in Swabia (an area in southwest Germany whose modern name derives from the ancient name), and migrants to Gallaecia (modern Galicia, in Spain, and Northern Portugal), no more was heard of the Suebi.

Mapa da Europa alto-medieval. O Galliciense Regnum ocupava a Gallaecia e depois chegou a controlar grande parte da península sobre os visigodos, cuja capital estava na actual França.

terça-feira, maio 31, 2011

Uma jovem "druidesa" advirte para a defesa da nossa mátria Gallaecia

O magnetismo com que fala esta compatriota tem algo misterioso. Mesmo semelha a encarnação do espírito milenário e silente da nossa identidade mais íntima. Fico sem saber como explicar o nível de empatia étnica que provocam as suas palavras. Toda uma lider carismática. Galiza, no Norte e Sul do Minho, ainda dá filhas e filhos que merecem se chamar galegas/os. Incrível. O património dos nossos avôs não se manifesta apenas no arqueológico mas no vivo e atual. Isto deveria fornecer a nossa vontade de um soplo de esperança. Parabens pela capacidade comunicativa.

quarta-feira, maio 04, 2011

A "Cultura Castreja" de Cymru (Wales ou Gales)

Não diziam que as casas "castrejas" de pedra circulares eram privativas da cultura "dos castros"? Mais um exemplo de que eram a habitação comum no mundo celto-atlántico. Desde Gallaecia até Alba passando por Cymru e Eire. Aquí, foto de umas cabanas reconstruidas em St. Ffagans, Cymru.


Casas reconstruidas em St. Ffagans, Cymru.


segunda-feira, abril 18, 2011

Conexão cultural sueva Galiza-Alemanha: a Nebra germánica

Até no seu escudo de armas temos a coca ou dragão do estandarte suevo !! Casualidade??

http://en.wikipedia.org/wiki/Nebra

Nebra (official name: Nebra (Unstrut)) is a town in the district of Burgenlandkreis of Saxony-Anhalt, Germany. It is situated on the river Unstrut.

The oldest historical documents mentioning Nebra date back to 876. Town privileges were acquired in the 12th century. The Nebra-Castle was built in 1540.
The city is perhaps most famous due to the Nebra skydisk, which was found near the city in 1999. It only became public in 2002 when the finders tried to sell it and were arrested.
Nebra today features the Courths-Mahler archives and a museum displaying the history of the Nebra skydisk.

O tesouro de ouro de Eberswalde na Alemanha

A coroa de ouro de Ikerrin (Irlanda): mais um capacete de Leiro

The "Ikerrin Crown" or Comerford Crown


A Coroa foi perdida pola família irlandesa que a custodiava e só temos um desenho da coroa que se amostra acima. Mais uma vez a falta de controle público do património arqueológico faz percar uma valiosa peça.
Mais informação em:
Wikipedia
Web da família Comerford

Mais peças semelhantes ao capacete de Leiro



 Sobre a idade de Bronze na Alemanha
Nesta web alemã achamos mais uma peça com repuxado quase idéntico ao do capacete ou cunco de Leiro, achado na costa fluvial do Ulha em Rianjo, na Ria de Arouça. A peça galega está no museu de Santo Antom na Crunha.



Capacete ou chapeu de ouro de Berlim:
Clique aquí para olhar artigo em Wikipédia

O Cone de ouro de Avanton (perto de Poitiers, França):



Terá a ver com o percurso dos suevos das costas do Báltico e do inteiror da Alemanha até a Gallaecia??

Ver em:
Cone de Avanton
Mais chapeus de ouro em:

Dom-bodan, um deus suevo em Arçua (Bodan, Wotan, Odin)

Interessantíssimos artigos sobre um deus pagano suevo na Gallaecia: DOMBODAN, o deus Bodán

Temos toponímia na Galiza relacionada con o nosso antergo deus Bodán em: Dombodán-Dombodám, Cabodantoi, Bodán-Bodám, etc.
http://anosahistoria.blogspot.com/2009/09/dombodan-un-deus-suevo-en-arzua-1.html

http://anosahistoria.blogspot.com/2009/09/dombodan-un-deus-suevo-en-arzua-e-2.html

Os castros do resto dos paises celtas: raths, hillforts e crannogs.




Ireland's heritage comes alive with sights and sounds that shaped a country and helped to shape the world.

The Irish National Heritage Park is set on a 35 acre site. From campsite to Ringfort, from mill to Fulacht Fiadh, from Crannog to Viking house to Norman fortification, every activity is an adventure into 9,000 years of Irish hstory. The authentic recreation of the history and heritage of Ireland. Homesteads, places of ritual, burial modes and long forgotten remains will enlighten the casual visitor and interest the scholar.

III Congresso Internacional sobre a Cultura Celta

Esta passada fim-de-semana celebrou-se em Narom, Galiza o III Congresso Internacional sobre a Cultura Celta organizado pelo IGEC Instituto Galego de Estudos Célticos. Esperaremos os resuldados de uma juntança  científica deste nível que provoca as necessárias sinergias entre a nossa historiografia, lingüistica, etnogenética, etc e o movimento de emancipação nacional e social do nosso povo.


Momento do congresso celebrado em Narom. (Fonte: muro facebook da Liga Céltica Galaica)


Mudar o pardigma para o estudo da nosso passado é fulcral para redesenhar um presente de trabalho audacioso para obtermos um futuro de liberdade. Parabens ao IGEC e a todas e todos os participantes, organizadores e seguidores deste evento.

http://www.estudosceltas.org/?q=gz/node/7

Interessante web da Associação Viagem ao Passado

ASSOCIAÇÃO VIAGEM AO PASSADO


Associação Sem Fins Lucrativos de Defesa do Património Cultural e Natural Português.

quinta-feira, março 31, 2011

Jaksland e Gallis: topónimos e antropónimos referentes ao nosso pais em Dinamarca e Noruega

Segundo recolhemos de um forum sobre a nossas história e cultura nacionais: "A aldea de Gallis encontra-se na provincia norueguesa de Vestfold, concello de Andebeu. A aldea de Jaksland está na provincia de Buskerud, concello de Røyken. Tamém existe um lago Gallis. Pensa-se que a orige destes topónimos naceu quando peregrinos noruegueses a Galiza voltárom a Noruega e decidirom pór o nome da Galiza ás suas aldeas.
 
Referencias a Jaksland em Google Maps

Estes dous topónimos aparecem documentados por primeira vez en 1398 num arquivo episcopal noruegués conhecido como Den Röde Bog. Neste arquivo cita-se umha vez Galiza (literalmente) e tres Iacobsland. Co passo do tempo Galiza foi adaptada fonéticamente ao noruegués como Gallis e Iacobsland como Jaksland. Actualmente, Gallis e Jaksland som tamém apelidos noruegueses, é dizer, há noruegueses e norueguesas que levam o nome da Galiza, o país de Sant-Iago, no seu apelido."

quarta-feira, março 30, 2011

Sobre a situação do Castro de Baronha

Recolhemos o artigo de F. Padin publicado no seu blogue Novas de Arqueologia sobra a situação do Castro de Baronha. Um dos mais conhecidos e incríveis pela sua localização em uma península marítima do Concelho de Porto Dozom. O abandono da sua defesa por aprte de todas as adminitrações competentes na matéria fazem perigar um dos estandartes do nosso património pre-histórico. Recomendamos a leitura do experto autor do artigo.

segunda-feira, março 28, 2011

Paradigma da Continuidade Paleolítica: uma luz para Galiza !!

A web do novo paradigma para a comprensão das nossas origens históricas e culturais. Isto vem a tirar pelo chão as teorias invasionistas dos "celtas" as quais não permitiam aos "anti-celtistas" achar na arqueologia material uma fonte para poder demonstrar a celticidade galaica porquanto não houver de facto ditas invasões e sim uma continuidade desde o paleolítico. Continuidade cultural em toda a área atlántica com a que os habitantes do noroeste peninsular estavam relacionados durante muitos miles de anos desde a constituição do sul europeu penisular como refúgio durante as glaciações que sofreu Europa que começarom há uns 100.000 anos e que tiveram o seu máximo há 18.000 anos. Apartires dessa altura começaram a retoceder durante 8.000 anos. Visitai esta página que contém numerosos artigos ao respeito e nomeadamente os referidos à Galiza.

terça-feira, janeiro 18, 2011

Novo achádego arqueológico em Palas de Rei

Um achádego arqueológico paralisa uma obra de Fomento em Palas de Rei segundo informa hoje o diário espanhol "El Mundo" na sua edição de Galiza.


http://www.elmundo.es/elmundo/2011/01/17/galicia/1295294006.html

quinta-feira, novembro 11, 2010

SUEVOS - SCHWABEN

Para quem não conhecer: muito interessante livro de ponências do congresso sobre os suevos celebrado pola Universidade do Minho, em Braga em 1996 "Suevos-Schwaben" de Erwin Koller e Hugo Laitenberger. Os mapas ilustram a importância da Galiza medieval.

Que não nos mudem a história os falsários da historiografia oficial espanhola!!!

O livro está disponível para ler ou imprimir em google:
http://books.google.es/books?id=aGc2GwyvuEgC&pg=PR35&dq=sueben+galicien&source=gbs_selected_pages&cad=3#v=onepage&q=sueben%20galicien&f=false

A Galiza aústriaca: Gallizien

Gallizien é um município da Áustria localizado no distrito de Völkermarkt, no estado de Caríntia.
Vila alcumada por influência da nossa Galiza. A influência do Reino (ou Imperio da Galiza) medieval é negada pola historiografia espanhola.

Também é acochada a importância da Galiza até a idade moderna e contemporánea passando pola Francessada em que o protagonismo dos exércitos galegos na expulssão da península de Napoleão foi fulcral.
http://www.gallizien.gv.at/?
Chronik


Das Gebiet zwischen Karawanken und Drau zeigt frühe Besiedlungsspuren. Der älteste regionale Fund war eine mittelbronzezeitliche Bronzedolchklinge. Zumindest seit der Spätantike muss es von Juenna (Globasnitz/Hemmaberg) her eine Straße mit einem noch nicht näher lokalisierten Drauübergang gegeben haben. Im Jahr 1931 entdeckte man bei Goritschach südlich von Möchling die Reste einer römischen Villa und einer Siedlung, von der ein gleichmäßiger Weg auf den Steinerberg führte. Am Steinerberg selbst, einem 653 m hohen Bergrücken, fand man eine ausgedehnte Befestigungsanlage mit Wällen um ein ovales Plateau vor.

Gegen Ende des 6. Jahrhunderts ließen sich in den günstig gelegenen Siedlungsgebieten Alpenslawen nieder, welche auch in den Ortsnamen auffällige Spuren bis heute hinterließen. So finden sich unter den landschaftsbezogenen Ortsnamen Namenspaare wie Dolintschach (Talmulden-bewohner) und Goritschach (Bergkuppenbewohner), oder Glantschach (bei denen am steilen Hohlweg) und Krejanzach.


Um 1100 errichteten dann die Herren des Landgerichts Rechberg zum Schutze ihrer Herrschaft am Nordhang des Obirs auf einem steilen Felskopf unweit des berühmten Wasserfalles die Burg Wildenstein. Der Kärntner Herzog gab sie nach 1209 wie Rechberg als Lehen aus, bis sie - nach Unrest - 1348 einem Erdbeben zum Opfer fiel und nicht wieder aufgebaut wurde. Heute sind von der Burg nur mehr Teile des Berings, ein Turmbau und ein Stück des Palas erkennbar.

1123 hatte Herzog Heinrich IV. von Spanheim das "predium quod Mochilich dicitur" (Möchling) dem Benediktinerstift St. Paul geschenkt.

Kirchlich unterstand das ganze Gebiet südlich der Drau seit 811 dem Patriarchat Aquileja, und die meisten Kirchen innerhalb der heutigen Gemeindegrenze waren Gründungen von Klöstern oder standen in enger Beziehung zu diesen.

Der Ort Gallizien verdankt seiner Kirche den ungewöhnlichen Ortsnamen. Hier konnten zunächst die Augustiner-Chorherren von Eberndorf nach einer reichen Stiftung eine Eigenkirche zum hl. Jakob d.Ä. gründen. Nachdem die Kirche zuerst "unter Wildenstein" und "an der Vellach" hieß, erhielt der Ort im 15. Jh. , im Anklang an die bis heute bekannte Wallfahrtskirche Santiago de Compostela (hl. Jakob) in der nordspanischen Provinz Galicia, den Namen.

Ab dem 17 Jh. bildete dann Rechberg mit Sonnegg, Stein und Feuersberg ein großes vereinigtes Landgericht in den Händen der Grafen Orsini-Rosenberg.

Der Seebergsattel war bis zum Ausbau der Loiblstraße im 16 Jh. wichtiger regionaler Karawankenübergang. Der Paßweg führte durch Möchling, wo sich eine Überführ über die Drau befand. Im Jahr 1836 errichtete ein Bauer aus Seeland unterhalb von Schloß Saager eine hölzerne Mautbrücke, die nach der Schloßkirche von Saager hinfort Annabrücke gennant wurde.

Seit der 2. Hälfte des 20. Jahrhunderts gewinnt der Sommerfremdenverkehr für die Gemeinde immer mehr an Bedeutung. Die nahen Seegebiete ermöglichen heute in Gallizien Urlaub in einer noch unberührten Natur, abseits von Stress und Hektik.

terça-feira, novembro 09, 2010

Palestras sobre a nossa história, língua , meio e cultura para escutar e baixar da rede

Neste porta de podcast ou documentos e recursos sonoros gravados em formato digital achamos o canle "Gallaecia" que reune uma série de palestras, mesas redondas e exposições sobre diversos aspeitos da nossa história, a nossa cultura, o nosso meio ambiente, a nossa situação nacional que ademais de escutar "online" podemos descarregar para regista-los em um CD ou DVD ou como arquivo mp3 para escutar mentres realizamos outras actividades ou nos deslocamos no carro, fazemos desporto, etc.


Imprescindíveis porquanto consituem uma seleção das melhores palestras e dos melhores intelectuais do novo paradigma de estudo da nossa cultura e história, fugindo da historiografia fantasiosa que o vencedor impõe sempre para adequar o passado ao seu projecto imperial do presente e futuro. Muito recomendável.

http://www.ivoox.com/escuchar-gallaecia_nq_3721_1.html






Interessante trabalho sobre toponímia e antroponímia sueva


Recolhemos aquí a ligação a uma entrada muito interessante à respeito da antroponímia sueva no antigo Galliciense Regnum ou Reino Galego fundado no século V polos nossos avôs suevos.

Incluido no blogue de Cossué, Fror Na Area: frornarea.blogspot.com



quinta-feira, novembro 04, 2010

Destruido castro único em Corunha


O jornalista e professor universitário Manuel Gago no seu blogue Capítulo O (premer acima a ligaçom) da-nos conta desta desfeita da que extraimos as imagens que acompanham esta entrada. O Xornal também recolhe hoje esta nova redigida por Hector J. Pena que reproducimos aquí:

"Hai seis anos, arqueólogos, ecoloxistas e veciños denunciaban que as obras do porto exterior da Coruña, en Punta Langosteira, ían levar por diante o castro de Cabo Cociñadoiro. A este respecto, a Declaración de Impacto Ambiental do 23 de febreiro de 2001 do Ministerio de Medio Ambiente xa recoñecía a existencia dun importante patrimonio cultural na futura zona de obras, no que se incluían outros catro asentamentos e un santuario, ademais de facer constar “a presenza dun castro de pequenas dimensións, o castro do Cociñadoiro”.

Esa mesma declaración recollía que entre o patrimonio arqueolóxico, “os principais efectos serían sobre o Cabo Cociñadoiro”. A solución que o Ministerio de Medio Ambiente propuña como medida protectora consistía nunha “actuación de rescate dirixida por técnicos arqueólogos a fin de proceder á protección e a conservación dos restos”.

A principios do 2005 comezaban unhas escavacións que cara a principios do verán xa estaban rematadas. Eses traballos arqueolóxicos sacaron á luz 23.000 obxectos, pese a que solo foron inventariadas 9.687 pezas, segundo un informe elaborado polo equipo arqueolóxico. Despois, a historia deixou paso ao progreso e as obras seguiron o seu curso, levando por diante o Castro de Cociñadoiro –tamén coñecido como de Punta de Muros–.

O xornalista Manuel Gago lembraba onte na súa bitácora (www.manuelgago.org/blog) todo este proceso, e citaba que o pasado 11 setembro se presentou en Cádiz o libro Cuaternario y arqueología: Homenaje a Francisco Giles Pacheco. O volume inclúe un estudo sobre o devandito castro dos profesores Juan A. Cano Pan –director da escavación do 2005– e Fernán Gómez Filgueiras de Brage. Nel, os arqueólogos falan da “necesidade” da intervención nun xacemento que parecía “bastante degradado”, e dunhas actuacións que consistiron na “desmontaxe” das distintas estruturas atopadas unha vez escavadas, “reservando as máis representativas e mellor conservadas do poboado para a súa posterior recolocación nun centro de interpretación”.

IMPORTANCIA ARQUEOLÓXICA

Este estudo revela un aspecto vital para calibrar a importancia do xacemento: a cronoloxía. Os inicios do poboamento sitúanse no século IX a.C., sendo o seu apoxeo entre o VII e o VII, para ser abandonado na segunda Idade do Ferro, tempo no que a actividade castrexa no resto de Galicia estaba en pleno apoxeo.

“Trátase da datación máis antiga da Idade do Ferro en Galicia”, apunta o arqueólogo Ramón Boga. Na mesma liña maniféstase o propio Manuel Gago, que apunta que o de Punta de Muros é “un castro totalmente único”. “É o único deste tipo en Galicia, cunhas estruturas que responden máis a tipoloxías do ámbito mediterráneo que as galegas, e que revelan unha sociedade moi complexa, capaz de cambiar toda a concepción da prehistoria de Galicia. Ademais, esa é unha zona moi pouco fértil, e durante as escavacións non se atoparon moitas das ferramentas comúns dos castros, como muíños de man, o que levanta dúbidas sobre como se alimentaban”, engade.

Agora que non hai volta atrás, a Autoridade Portuaria considera instalar un centro de interpretación do desaparecido castro no seu lugar, que contará con miradoiro e restaurante. “O centro pretende ser un complexo de usos múltiples con fins sociais”, indica un portavoz na Autoridade Portuaria da Coruña.

Tras un proceso de selección, criticado por asociacións de veciños e afectados como Monte da Estrela por “limitar a igualdade de oportunidades” e polo “baixo” importe do investimento, escolléronse 16 proxectos, dos cales seis foron nomeados finalistas. “O noso obxectivo é nomear un gañador en poucas semanas e comezar coa construción coa idea de que estea funcionando no 2012”, apuntan dende o porto coruñés.


Con respecto á polémica sobre as actuacións levadas a cabo no castro de Cociñadoiro, a Autoridade Portuaria afirma que tras a escavación “todo foi recuperado e catalogado” e que “nada foi destruído”, pese a que Verónica Blanco, da Asociación Cultural Monte da Estrela, sinala que “os restos están en teoría no porto, malia a que nada é seguro”, e que o caso da obra de Punta Langosteira é un claro exemplo de que “a obra civil prima sobre o patrimonio histórico”.

quarta-feira, outubro 27, 2010

Ringfort, os castros do resto dos paises celtas


Ringforts are circular fortified settlements that were mostly built during the Iron Age (800 BCE–400 CE), although some may have been built as late as the Early Middle Ages (up until ~1000 CE). They are found in Northern Europe, especially in Ireland.


In Irish language sources they are known by a number of names: ráth (anglicised rath), lios (anglicised lis), caiseal (anglicised cashel), cathair (anglicised caher or cahir) and dún (anglicised dun or doon).[1][2] The ráth and lios was an earthen ring-fort; the ráth being the enclosing bank and the lios being the open space within.[1][2] The caiseal and cathair was a stone ring-fort.[1][2] The term dún was usually used for any stronghold of importance, which may or may not be ring-shaped.[1]


In terms of quantity, distribution and access, no historical or archaeological record of the Early Medieval Period in Ireland comes close to the ringfort. Over 45,000 sites have been identified as ringforts throughout Ireland and it is generally accepted that in the region of 60,000 ringfort sites can be identified. It is probable that due to intensive farming methods, the levelling of field and expansion of urban areas than many more were originally built but have been lost to us today, but through the use of early Ordnance Survey maps and aerial photography many previously unknown ringforts have been discovered. Also, the extensive archaeological work that has accompanied the large road-building programs in Ireland have uncovered many unknown "fairy forts" and will probably continue to do so.


Despite regional variations in the density of ringforts particularly in the areas of Meath and traditional Leinster where there are comparatively few ringforts, they are generally a feature common throughout the country, with a mean density of just over one ringfort within any area of 2 km². Despite their number, consensus has yet to be reached on two of the principal issues relating to ringforts, firstly, when they were built and secondly, what their function was.