sexta-feira, agosto 12, 2011
Jacobsland (Galizaland ou Galizieland) versus Spania
Os vikingos na suas Sagas chamavam Galizaland ou Jakobsland (Pais de Sant-Iago) a todo o norte peninsular (incluidos territórios de Nafarroa) que não era Span/Spania/Al-Andalus.
A conquista da penísula aos muçulmanos foi efectuada desde o Galliciense Regnum. Desde o norte de cultura atlántica europeia e religião cristã.
Também é ilustrativo da colonização espanhola da Galiza que se nos negue a existência do Reino de Galiza ou Galliciense Regnum eliminando-o da história oficial e sustituindo-o pola denominação de "Reino de León" quando todas as fontes históricas contemporânias de dito Galliciense Regum, desde as Sagas vikingas até as crónicas muçulmanas ou fontes francas denominavam a este extenso Reino cristão da península como Reino de Galiza.
É patético como a historiografia nacionalista radical espanhola nos fala de uma "España" que sempre existiu desde o império romano e nos nega a única e evidente instituição hegemónica na península que era o Galliciense Regnum cujos domínios se foram extendendo por todo o norte e centro peninsular.
Depois os extremeiros do centro, castelhanos levantiscos começarom a desafiar o poder do nosso Reino e a criar núcleos de poder nas terras reconsquistadas a partir das que foram conformando os seus condados e depois reinos que devirom em fortes poderes militares que afinal fizeram sucumbir ao Reino matriz de Gallaecia. Gallecia foi nai de "Espanha" e Portugal e afinal ficou submetida pelo poder espanhol que está a destroir a nossa existência como povo, como étnia, como nação.
quinta-feira, agosto 04, 2011
Topónimos em "Bodan", o Odin ou Wotan suevo
Resuldados da busca de "bodan" no Nomenclator toponímico da Junta da Galiza:
ARZÚA (A Corunha) Dombodán (San Cristovo) Dombodán
CAPELA, A (A Corunha) Capela, A (Santiago) Cabodantoi
VILALBA (Lugo) San Simón da Costa (San Simón) Bodán
sexta-feira, julho 22, 2011
Galicia (Eastern Europe)
A nossa irmã, a Galiza do leste europeu.
Galicia (Eastern Europe) - Wikipedia, the free encyclopedia
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| Coat-of-arms of the Principality and Kingdom of Galicia–Volhynia in the 13th–14th century |
Galicia (Eastern Europe) - Wikipedia, the free encyclopedia
quarta-feira, julho 20, 2011
Suevos, Suevi, Suebi, Swebaz, Swaefs
The Suebi or Suevi (from Proto-Germanic *swēbaz based on the Proto-Germanic root *swē- meaning “one’s own” people, from an Indo-European root *swe-, the third person reflexive pronoun) were a group of Germanic peoples who were first mentioned by Julius Caesar in connection with Ariovistus’ campaign, c. 58 BC; Ariovistus was defeated by Caesar.
Some Suebi remained a periodic threat against the Romans on the Rhine, until, toward the end of the empire, the Alamanni, including elements of Suebi, brushed aside Roman defenses and occupied Alsace, and from there Bavaria and Switzerland. Except for a pocket in Swabia (an area in southwest Germany whose modern name derives from the ancient name), and migrants to Gallaecia (modern Galicia, in Spain, and Northern Portugal), no more was heard of the Suebi.
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| Representação da andaina, durante um duro inverno continental, do povo suevo no seu percurso desde centro-Europa até a Gallaecia onde ficarom. |
Some Suebi remained a periodic threat against the Romans on the Rhine, until, toward the end of the empire, the Alamanni, including elements of Suebi, brushed aside Roman defenses and occupied Alsace, and from there Bavaria and Switzerland. Except for a pocket in Swabia (an area in southwest Germany whose modern name derives from the ancient name), and migrants to Gallaecia (modern Galicia, in Spain, and Northern Portugal), no more was heard of the Suebi.
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| Mapa da Europa alto-medieval. O Galliciense Regnum ocupava a Gallaecia e depois chegou a controlar grande parte da península sobre os visigodos, cuja capital estava na actual França. |
quinta-feira, junho 30, 2011
terça-feira, maio 31, 2011
Uma jovem "druidesa" advirte para a defesa da nossa mátria Gallaecia
O magnetismo com que fala esta compatriota tem algo misterioso. Mesmo semelha a encarnação do espírito milenário e silente da nossa identidade mais íntima. Fico sem saber como explicar o nível de empatia étnica que provocam as suas palavras. Toda uma lider carismática. Galiza, no Norte e Sul do Minho, ainda dá filhas e filhos que merecem se chamar galegas/os. Incrível. O património dos nossos avôs não se manifesta apenas no arqueológico mas no vivo e atual. Isto deveria fornecer a nossa vontade de um soplo de esperança. Parabens pela capacidade comunicativa.
quarta-feira, maio 04, 2011
A "Cultura Castreja" de Cymru (Wales ou Gales)
Não diziam que as casas "castrejas" de pedra circulares eram privativas da cultura "dos castros"? Mais um exemplo de que eram a habitação comum no mundo celto-atlántico. Desde Gallaecia até Alba passando por Cymru e Eire. Aquí, foto de umas cabanas reconstruidas em St. Ffagans, Cymru.
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| Casas reconstruidas em St. Ffagans, Cymru. |
segunda-feira, abril 18, 2011
Conexão cultural sueva Galiza-Alemanha: a Nebra germánica
Até no seu escudo de armas temos a coca ou dragão do estandarte suevo !! Casualidade??
http://en.wikipedia.org/wiki/Nebra
Nebra (official name: Nebra (Unstrut)) is a town in the district of Burgenlandkreis of Saxony-Anhalt, Germany. It is situated on the river Unstrut.
The oldest historical documents mentioning Nebra date back to 876. Town privileges were acquired in the 12th century. The Nebra-Castle was built in 1540.
The city is perhaps most famous due to the Nebra skydisk, which was found near the city in 1999. It only became public in 2002 when the finders tried to sell it and were arrested.
Nebra today features the Courths-Mahler archives and a museum displaying the history of the Nebra skydisk.
http://en.wikipedia.org/wiki/Nebra
Nebra (official name: Nebra (Unstrut)) is a town in the district of Burgenlandkreis of Saxony-Anhalt, Germany. It is situated on the river Unstrut.
The oldest historical documents mentioning Nebra date back to 876. Town privileges were acquired in the 12th century. The Nebra-Castle was built in 1540.
The city is perhaps most famous due to the Nebra skydisk, which was found near the city in 1999. It only became public in 2002 when the finders tried to sell it and were arrested.
Nebra today features the Courths-Mahler archives and a museum displaying the history of the Nebra skydisk.
A coroa de ouro de Ikerrin (Irlanda): mais um capacete de Leiro
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| The "Ikerrin Crown" or Comerford Crown |
A Coroa foi perdida pola família irlandesa que a custodiava e só temos um desenho da coroa que se amostra acima. Mais uma vez a falta de controle público do património arqueológico faz percar uma valiosa peça.
Mais informação em:
Wikipedia
Web da família Comerford
Mais peças semelhantes ao capacete de Leiro
Sobre a idade de Bronze na Alemanha
Nesta web alemã achamos mais uma peça com repuxado quase idéntico ao do capacete ou cunco de Leiro, achado na costa fluvial do Ulha em Rianjo, na Ria de Arouça. A peça galega está no museu de Santo Antom na Crunha.
Capacete ou chapeu de ouro de Berlim:
Clique aquí para olhar artigo em Wikipédia
O Cone de ouro de Avanton (perto de Poitiers, França):
Terá a ver com o percurso dos suevos das costas do Báltico e do inteiror da Alemanha até a Gallaecia??
Ver em:
Cone de Avanton
O Cone de ouro de Avanton (perto de Poitiers, França):
Terá a ver com o percurso dos suevos das costas do Báltico e do inteiror da Alemanha até a Gallaecia??
Ver em:
Cone de Avanton
Mais chapeus de ouro em:
Dom-bodan, um deus suevo em Arçua (Bodan, Wotan, Odin)
Interessantíssimos artigos sobre um deus pagano suevo na Gallaecia: DOMBODAN, o deus Bodán
Temos toponímia na Galiza relacionada con o nosso antergo deus Bodán em: Dombodán-Dombodám, Cabodantoi, Bodán-Bodám, etc.
http://anosahistoria.blogspot.com/2009/09/dombodan-un-deus-suevo-en-arzua-1.html
http://anosahistoria.blogspot.com/2009/09/dombodan-un-deus-suevo-en-arzua-e-2.html
Temos toponímia na Galiza relacionada con o nosso antergo deus Bodán em: Dombodán-Dombodám, Cabodantoi, Bodán-Bodám, etc.
http://anosahistoria.blogspot.com/2009/09/dombodan-un-deus-suevo-en-arzua-1.html
http://anosahistoria.blogspot.com/2009/09/dombodan-un-deus-suevo-en-arzua-e-2.html
Os castros do resto dos paises celtas: raths, hillforts e crannogs.
Ireland's heritage comes alive with sights and sounds that shaped a country and helped to shape the world.
The Irish National Heritage Park is set on a 35 acre site. From campsite to Ringfort, from mill to Fulacht Fiadh, from Crannog to Viking house to Norman fortification, every activity is an adventure into 9,000 years of Irish hstory. The authentic recreation of the history and heritage of Ireland. Homesteads, places of ritual, burial modes and long forgotten remains will enlighten the casual visitor and interest the scholar.
III Congresso Internacional sobre a Cultura Celta
Esta passada fim-de-semana celebrou-se em Narom, Galiza o III Congresso Internacional sobre a Cultura Celta organizado pelo IGEC Instituto Galego de Estudos Célticos. Esperaremos os resuldados de uma juntança científica deste nível que provoca as necessárias sinergias entre a nossa historiografia, lingüistica, etnogenética, etc e o movimento de emancipação nacional e social do nosso povo.
Mudar o pardigma para o estudo da nosso passado é fulcral para redesenhar um presente de trabalho audacioso para obtermos um futuro de liberdade. Parabens ao IGEC e a todas e todos os participantes, organizadores e seguidores deste evento.
http://www.estudosceltas.org/?q=gz/node/7
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| Momento do congresso celebrado em Narom. (Fonte: muro facebook da Liga Céltica Galaica) |
Mudar o pardigma para o estudo da nosso passado é fulcral para redesenhar um presente de trabalho audacioso para obtermos um futuro de liberdade. Parabens ao IGEC e a todas e todos os participantes, organizadores e seguidores deste evento.
http://www.estudosceltas.org/?q=gz/node/7
domingo, abril 17, 2011
quinta-feira, março 31, 2011
Jaksland e Gallis: topónimos e antropónimos referentes ao nosso pais em Dinamarca e Noruega
Segundo recolhemos de um forum sobre a nossas história e cultura nacionais: "A aldea de Gallis encontra-se na provincia norueguesa de Vestfold, concello de Andebeu. A aldea de Jaksland está na provincia de Buskerud, concello de Røyken. Tamém existe um lago Gallis. Pensa-se que a orige destes topónimos naceu quando peregrinos noruegueses a Galiza voltárom a Noruega e decidirom pór o nome da Galiza ás suas aldeas.
Referencias a Jaksland em Google Maps
Estes dous topónimos aparecem documentados por primeira vez en 1398 num arquivo episcopal noruegués conhecido como Den Röde Bog. Neste arquivo cita-se umha vez Galiza (literalmente) e tres Iacobsland. Co passo do tempo Galiza foi adaptada fonéticamente ao noruegués como Gallis e Iacobsland como Jaksland. Actualmente, Gallis e Jaksland som tamém apelidos noruegueses, é dizer, há noruegueses e norueguesas que levam o nome da Galiza, o país de Sant-Iago, no seu apelido."
quarta-feira, março 30, 2011
Sobre a situação do Castro de Baronha
Recolhemos o artigo de F. Padin publicado no seu blogue Novas de Arqueologia sobra a situação do Castro de Baronha. Um dos mais conhecidos e incríveis pela sua localização em uma península marítima do Concelho de Porto Dozom. O abandono da sua defesa por aprte de todas as adminitrações competentes na matéria fazem perigar um dos estandartes do nosso património pre-histórico. Recomendamos a leitura do experto autor do artigo.
segunda-feira, março 28, 2011
Paradigma da Continuidade Paleolítica: uma luz para Galiza !!
A web do novo paradigma para a comprensão das nossas origens históricas e culturais. Isto vem a tirar pelo chão as teorias invasionistas dos "celtas" as quais não permitiam aos "anti-celtistas" achar na arqueologia material uma fonte para poder demonstrar a celticidade galaica porquanto não houver de facto ditas invasões e sim uma continuidade desde o paleolítico. Continuidade cultural em toda a área atlántica com a que os habitantes do noroeste peninsular estavam relacionados durante muitos miles de anos desde a constituição do sul europeu penisular como refúgio durante as glaciações que sofreu Europa que começarom há uns 100.000 anos e que tiveram o seu máximo há 18.000 anos. Apartires dessa altura começaram a retoceder durante 8.000 anos. Visitai esta página que contém numerosos artigos ao respeito e nomeadamente os referidos à Galiza.
terça-feira, janeiro 18, 2011
Novo achádego arqueológico em Palas de Rei
Um achádego arqueológico paralisa uma obra de Fomento em Palas de Rei segundo informa hoje o diário espanhol "El Mundo" na sua edição de Galiza.
http://www.elmundo.es/elmundo/2011/01/17/galicia/1295294006.html
http://www.elmundo.es/elmundo/2011/01/17/galicia/1295294006.html
quarta-feira, janeiro 05, 2011
quinta-feira, novembro 11, 2010
SUEVOS - SCHWABEN
Para quem não conhecer: muito interessante livro de ponências do congresso sobre os suevos celebrado pola Universidade do Minho, em Braga em 1996 "Suevos-Schwaben" de Erwin Koller e Hugo Laitenberger. Os mapas ilustram a importância da Galiza medieval.
Que não nos mudem a história os falsários da historiografia oficial espanhola!!!
O livro está disponível para ler ou imprimir em google:
http://books.google.es/books?id=aGc2GwyvuEgC&pg=PR35&dq=sueben+galicien&source=gbs_selected_pages&cad=3#v=onepage&q=sueben%20galicien&f=false
Que não nos mudem a história os falsários da historiografia oficial espanhola!!!
O livro está disponível para ler ou imprimir em google:
http://books.google.es/books?id=aGc2GwyvuEgC&pg=PR35&dq=sueben+galicien&source=gbs_selected_pages&cad=3#v=onepage&q=sueben%20galicien&f=false
A Galiza aústriaca: Gallizien
Gallizien é um município da Áustria localizado no distrito de Völkermarkt, no estado de Caríntia.
Vila alcumada por influência da nossa Galiza. A influência do Reino (ou Imperio da Galiza) medieval é negada pola historiografia espanhola.
Também é acochada a importância da Galiza até a idade moderna e contemporánea passando pola Francessada em que o protagonismo dos exércitos galegos na expulssão da península de Napoleão foi fulcral.
http://www.gallizien.gv.at/?
Chronik
Das Gebiet zwischen Karawanken und Drau zeigt frühe Besiedlungsspuren. Der älteste regionale Fund war eine mittelbronzezeitliche Bronzedolchklinge. Zumindest seit der Spätantike muss es von Juenna (Globasnitz/Hemmaberg) her eine Straße mit einem noch nicht näher lokalisierten Drauübergang gegeben haben. Im Jahr 1931 entdeckte man bei Goritschach südlich von Möchling die Reste einer römischen Villa und einer Siedlung, von der ein gleichmäßiger Weg auf den Steinerberg führte. Am Steinerberg selbst, einem 653 m hohen Bergrücken, fand man eine ausgedehnte Befestigungsanlage mit Wällen um ein ovales Plateau vor.
Gegen Ende des 6. Jahrhunderts ließen sich in den günstig gelegenen Siedlungsgebieten Alpenslawen nieder, welche auch in den Ortsnamen auffällige Spuren bis heute hinterließen. So finden sich unter den landschaftsbezogenen Ortsnamen Namenspaare wie Dolintschach (Talmulden-bewohner) und Goritschach (Bergkuppenbewohner), oder Glantschach (bei denen am steilen Hohlweg) und Krejanzach.
Um 1100 errichteten dann die Herren des Landgerichts Rechberg zum Schutze ihrer Herrschaft am Nordhang des Obirs auf einem steilen Felskopf unweit des berühmten Wasserfalles die Burg Wildenstein. Der Kärntner Herzog gab sie nach 1209 wie Rechberg als Lehen aus, bis sie - nach Unrest - 1348 einem Erdbeben zum Opfer fiel und nicht wieder aufgebaut wurde. Heute sind von der Burg nur mehr Teile des Berings, ein Turmbau und ein Stück des Palas erkennbar.
1123 hatte Herzog Heinrich IV. von Spanheim das "predium quod Mochilich dicitur" (Möchling) dem Benediktinerstift St. Paul geschenkt.
Kirchlich unterstand das ganze Gebiet südlich der Drau seit 811 dem Patriarchat Aquileja, und die meisten Kirchen innerhalb der heutigen Gemeindegrenze waren Gründungen von Klöstern oder standen in enger Beziehung zu diesen.
Der Ort Gallizien verdankt seiner Kirche den ungewöhnlichen Ortsnamen. Hier konnten zunächst die Augustiner-Chorherren von Eberndorf nach einer reichen Stiftung eine Eigenkirche zum hl. Jakob d.Ä. gründen. Nachdem die Kirche zuerst "unter Wildenstein" und "an der Vellach" hieß, erhielt der Ort im 15. Jh. , im Anklang an die bis heute bekannte Wallfahrtskirche Santiago de Compostela (hl. Jakob) in der nordspanischen Provinz Galicia, den Namen.
Ab dem 17 Jh. bildete dann Rechberg mit Sonnegg, Stein und Feuersberg ein großes vereinigtes Landgericht in den Händen der Grafen Orsini-Rosenberg.
Der Seebergsattel war bis zum Ausbau der Loiblstraße im 16 Jh. wichtiger regionaler Karawankenübergang. Der Paßweg führte durch Möchling, wo sich eine Überführ über die Drau befand. Im Jahr 1836 errichtete ein Bauer aus Seeland unterhalb von Schloß Saager eine hölzerne Mautbrücke, die nach der Schloßkirche von Saager hinfort Annabrücke gennant wurde.
Seit der 2. Hälfte des 20. Jahrhunderts gewinnt der Sommerfremdenverkehr für die Gemeinde immer mehr an Bedeutung. Die nahen Seegebiete ermöglichen heute in Gallizien Urlaub in einer noch unberührten Natur, abseits von Stress und Hektik.
Vila alcumada por influência da nossa Galiza. A influência do Reino (ou Imperio da Galiza) medieval é negada pola historiografia espanhola.
Também é acochada a importância da Galiza até a idade moderna e contemporánea passando pola Francessada em que o protagonismo dos exércitos galegos na expulssão da península de Napoleão foi fulcral.
http://www.gallizien.gv.at/?
Chronik
Das Gebiet zwischen Karawanken und Drau zeigt frühe Besiedlungsspuren. Der älteste regionale Fund war eine mittelbronzezeitliche Bronzedolchklinge. Zumindest seit der Spätantike muss es von Juenna (Globasnitz/Hemmaberg) her eine Straße mit einem noch nicht näher lokalisierten Drauübergang gegeben haben. Im Jahr 1931 entdeckte man bei Goritschach südlich von Möchling die Reste einer römischen Villa und einer Siedlung, von der ein gleichmäßiger Weg auf den Steinerberg führte. Am Steinerberg selbst, einem 653 m hohen Bergrücken, fand man eine ausgedehnte Befestigungsanlage mit Wällen um ein ovales Plateau vor.
Gegen Ende des 6. Jahrhunderts ließen sich in den günstig gelegenen Siedlungsgebieten Alpenslawen nieder, welche auch in den Ortsnamen auffällige Spuren bis heute hinterließen. So finden sich unter den landschaftsbezogenen Ortsnamen Namenspaare wie Dolintschach (Talmulden-bewohner) und Goritschach (Bergkuppenbewohner), oder Glantschach (bei denen am steilen Hohlweg) und Krejanzach.
Um 1100 errichteten dann die Herren des Landgerichts Rechberg zum Schutze ihrer Herrschaft am Nordhang des Obirs auf einem steilen Felskopf unweit des berühmten Wasserfalles die Burg Wildenstein. Der Kärntner Herzog gab sie nach 1209 wie Rechberg als Lehen aus, bis sie - nach Unrest - 1348 einem Erdbeben zum Opfer fiel und nicht wieder aufgebaut wurde. Heute sind von der Burg nur mehr Teile des Berings, ein Turmbau und ein Stück des Palas erkennbar.
1123 hatte Herzog Heinrich IV. von Spanheim das "predium quod Mochilich dicitur" (Möchling) dem Benediktinerstift St. Paul geschenkt.
Kirchlich unterstand das ganze Gebiet südlich der Drau seit 811 dem Patriarchat Aquileja, und die meisten Kirchen innerhalb der heutigen Gemeindegrenze waren Gründungen von Klöstern oder standen in enger Beziehung zu diesen.
Der Ort Gallizien verdankt seiner Kirche den ungewöhnlichen Ortsnamen. Hier konnten zunächst die Augustiner-Chorherren von Eberndorf nach einer reichen Stiftung eine Eigenkirche zum hl. Jakob d.Ä. gründen. Nachdem die Kirche zuerst "unter Wildenstein" und "an der Vellach" hieß, erhielt der Ort im 15. Jh. , im Anklang an die bis heute bekannte Wallfahrtskirche Santiago de Compostela (hl. Jakob) in der nordspanischen Provinz Galicia, den Namen.
Ab dem 17 Jh. bildete dann Rechberg mit Sonnegg, Stein und Feuersberg ein großes vereinigtes Landgericht in den Händen der Grafen Orsini-Rosenberg.
Der Seebergsattel war bis zum Ausbau der Loiblstraße im 16 Jh. wichtiger regionaler Karawankenübergang. Der Paßweg führte durch Möchling, wo sich eine Überführ über die Drau befand. Im Jahr 1836 errichtete ein Bauer aus Seeland unterhalb von Schloß Saager eine hölzerne Mautbrücke, die nach der Schloßkirche von Saager hinfort Annabrücke gennant wurde.
Seit der 2. Hälfte des 20. Jahrhunderts gewinnt der Sommerfremdenverkehr für die Gemeinde immer mehr an Bedeutung. Die nahen Seegebiete ermöglichen heute in Gallizien Urlaub in einer noch unberührten Natur, abseits von Stress und Hektik.
terça-feira, novembro 09, 2010
Palestras sobre a nossa história, língua , meio e cultura para escutar e baixar da rede
Neste porta de podcast ou documentos e recursos sonoros gravados em formato digital achamos o canle "Gallaecia" que reune uma série de palestras, mesas redondas e exposições sobre diversos aspeitos da nossa história, a nossa cultura, o nosso meio ambiente, a nossa situação nacional que ademais de escutar "online" podemos descarregar para regista-los em um CD ou DVD ou como arquivo mp3 para escutar mentres realizamos outras actividades ou nos deslocamos no carro, fazemos desporto, etc.
Imprescindíveis porquanto consituem uma seleção das melhores palestras e dos melhores intelectuais do novo paradigma de estudo da nossa cultura e história, fugindo da historiografia fantasiosa que o vencedor impõe sempre para adequar o passado ao seu projecto imperial do presente e futuro. Muito recomendável.
http://www.ivoox.com/escuchar-gallaecia_nq_3721_1.html
Interessante trabalho sobre toponímia e antroponímia sueva

Recolhemos aquí a ligação a uma entrada muito interessante à respeito da antroponímia sueva no antigo Galliciense Regnum ou Reino Galego fundado no século V polos nossos avôs suevos.
Incluido no blogue de Cossué, Fror Na Area: frornarea.blogspot.com
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