Páginas

quarta-feira, março 22, 2006

CÍRCULO LÍTICO ACHADO

Fazémo-nos eco de uma notícia publicada na edição de Ferrol de "La Voz de Galicia" que reproduzimos aquí:

"FERROL
Los arqueólogos hallan un círculo lítico milenario que se creía destruido
As Pontes El anillo de piedras forma parte del yacimiento de A Mourela, que tocará la autovía

Las excavaciones son las primeras que se realizan en el municipio en la última década

(F. Fernández | as pontes)

El Laboratorio de Investigaciones Arqueológicas (LIA) de As Pontes, impulsado por el Ayuntamiento, busca un círculo de piedras construido por el hombre hace entre 4.000 y 5.000 años, catalogado por Federico Maciñeira a principios del siglo XX y que se daba por destruido y desaparecido. Las excavaciones, las primeras, por cierto, que se realizan en territorio de As Pontes en la última década, están dando buenos resultados pues han sacado a la luz el perímetro del antiguo anillo lítico en el yacimiento de A Mourela, muy conocido en el ámbito de la arqueología, según fuentes consultadas. Conocido, pero nunca explorado, fundamentalmente porque, como se apuntó, se daba por desaparecido.

Sin embargo, las exploraciones impulsadas por el Concello pontés han demostrado que el círculo lítico catalogado por Maciñeira sigue allí, en una zona ocupada por una torreta de alta tensión y por el polígono industrial de Os Airíos. Y pronto sucumbirá bajo las obras de construcción de un nuevo tramo de la autovía de Vilalba, el que unirá As Pontes con Cabreiros, según consta en el proyecto de trazado.

Bajo toneladas de asfalto y tierra quedará enterrada una estructura considerada única en Galicia por sus enormes dimensiones -21 metros de diámetro- como lo es también el yacimiento de A Mourela, por su singularidad, en el que se asienta el círculo lítico.

Dos túmulos

Fuentes del LIA explicaron que el anillo se encuentra dentro de una necrópolis de la que forman parte también dos túmulos, cubiertos totalmente por la maleza y el arbolado y que son algunos de los más grandes de As Pontes, según los investigadores.

La excavación de Os Airíos arrancó hace ya varias semanas y oficialmente concluirá dentro de veinte días. "

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Galiza e o novo estatuto de "region española"


Passam os anos e a inércia do passado fascista do estado espanhol tira por terra toda ánsia de liberdade.

Quando os povos mais adiantados na luta pola sua super-vivênvcia agem coma podem e com os instrumentos políticos que no momento possuem, nos Paises Catalães e no Pais Basco, a remora do passado preto espanhol todavia forte, tinge o cenário de sombras difíceis de trespassar.

A muitas e muitos virão-lhes à mente velhas pantasmas do fascismo assassino e ante isso decaerão as suas vontades de liberdade.

Eles sabem o que fazem. Sabem quando agitar às suas ensenhas. Sabem quando tornar accesos os alto-falantes da ignonímia. Sabem utilizar as suas ameaças autôctones. Eles, a majoria étnica no estado, crêm-se có direito de seguir a marcar-nos o caminho aos povos por eles sub-metidos políticamente, e no nosso próprio caso, tambêm economica e socialmente.

A falência das vias colaboradoras ábre-se ante a mirada urgente de muitos jovens que já não confiam nas decadentes tácticas de um nacionalismo caduco que co-governa a Junta por mor de uma sorte de carambola política que não fornece certidão de futuro.

Mas o problema principal é outro: as velhas estruturas de poder e controlo social instaladas desde o princípio do submetimento do nosso povo continuam a esclerotizar a sociedade e a destrui-la em prol dos interesses dos controladores, dos ananos que com filiação galega extraim hoje o mais-valor das nossas mãos e mentes e que exercem uma vez mais coma correia de transmissão do legado estrangeiro.

A serpe sucursal muda a sua pele e renóva-se para tentar o assalto ao poder nominal pois que o real nunca o perdeu. Os seus tentáculos não sofrem apenas um rasgado anímico pola perda da figuração a nível superficial, facto este, que só enerva mais o seu furor destrutor contra a Galiza.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

GALAICO DE HÁ 2.300 ANOS NA IRLANDA??




Segundo informou o jornal The Daily Telegraph hoje, dous corpos de há 2300 achados na comarca de Bàile Atha Cliath (Dublin) em estado momificado. Um deles com um penteado a base de um gel fixador de resina de pinho e óleos vegetais procedente provavelmente do sul-oeste da França ou a península ibérica.

Pode ser uma prova mais da conexão Galiza-Eire no passado?

Iremos à percura de mais informação ao respeito. Seguiremos informando.

O VALOR DA INDEPENDÊNCIA




Recolhemos artigo da web Portugaliza da AGAL:

"O VALOR DA INDEPÊNDENCIA.

Consequências económicas directas do colonialismo na Galiza.

www.agal-gz.org/portugaliza 30/12/2005.

Se no anterior número da Revista Portugaliza apresentava-mos um importante contributo sobre as «consequências psicológicas do colonialismo na Galiza», continuamos agora analisando, desde uma perspectiva macro, quais é que são as consequências económicas desse colonialismo na Galiza e apresentamos sobejamente as conclusões de recentes relatórios, segundo os quais, o custo económico directo da falta de soberania política e económica, valoriza-se em milheiros de milhões de Euros. Isto, sem contarmos o custo social e ecológico que supõe a exploração dos recursos naturais galegos por empresas que pagam os impostos fora do País.

Catedrático de Economia da Universidade de Santiago de Compostela (USC), Xavier Vence, tem desvelado num relatório recente o falso mito da dependência económica e fiscal da Galiza.

Segundo Vence, o Estado espanhol arrecada na Galiza, por volta de 1.900 milhões de Euros mais dos que os galegos e galegas recebem da Espanha cada ano. Quer isto dizer que numa situação de total soberania política e económica, a Galiza, disporia neste momento nos orçamentos públicos, 1.900 milhões mais dos que conta na actualidade para despesas.

Isto é assim devido a que grande parte das empresas que exercem as suas actividades no território galego não paga nenhum tipo de imposto na Galiza devido a que têm as suas sedes sociais na Espanha. Este é o caso, por exemplo, de empresas energéticas e eléctricas como Unión Fenosa, Endesa ou Repsol, ou automobilisticas como Citroen. As quais exploram com grande virulência recursos naturais, híbridos ou paisajístico-espaciais no território sem receber por isso a Galiza em troco, nenhum tipo de contra-partida.

A apresentação deste quadro económico genuinamente colonial da Galiza, desarma por completo aos defensores de que a integração da Galiza na Espanha traz benefícios económicos -directos ou indirectos- para galegos e galegas do norte
."

sexta-feira, janeiro 06, 2006

O GRUPÚSCULO FASCISTA ESPANHOL FALANGE APOIA E.N.C.E.


Como se pode olhar na foto que acompanha um novo colectivo, neste caso o grupúsculo marginal espanhol fascista, Falange, acrescenta a listagem de organizações espanholas como CCOO e PP na sua campanha de apoio a E.N.C.E. que tem os seus dias contados na Ria de Ponte-Vedra.

Adicam-se a sabotar as mensagens de colectivos vizinhais, ecologistas e políticos galegos que defendem a nossa saude e a recuperação da Ria de Ponte-Vedra e do entorno de Lourizão e Prazeres.

Quem está detrás destas campanhas? É só uma arroutada de quatro jovens marginais a embebar-se das doutrinas da COPE ou há alguêm de gravata e mente de rato a soltar euros a esses que sujam as nossas ruas.

GRUPÚSCULOS FASCISTAS ESPANHÓIS EMPORCALHAM RUAS DA GALIZA


Em vilas das rias Baixas coma Vila-Garcia, Marim e outras grupúsculos marginais fascistas espanhóis adicaram-se as últimas noites a sujar as paredes com lemas contra as reformas estatutárias e a favor de ENCE. Politicamente estão onde o PP e a COPE.

Verdadeiros seres quijotescos que agem contra fantasmais muinhos de vento porquanto os governos vigorantes na Galiza e no estado não semelham ter a vontade firme de reconduzir o ordenamento jurídico do marco político para uma revisão a fundo que inclua o direito à autodeterminação da Galiza.

O único que semelha que estão a percurar e a fazer-lhe campanha política aos nostálgicos do franquismo que hoje falam de democracia a boca cheia, mentres pretendem pór grandes obstáculos a qualquer reforma política democrática por ilusa e limitada que esta for.

As fotos foram tiradas hoje mesmo 6 de Janeiro de 2006 em Marim, onde os garabatos fascistas intentam apagar mensagens de colectivos nacionalistas da comarca.

sábado, dezembro 31, 2005

NOVO CICLO DE PRIVAÇÃO DA LIBERDADE NACIONAL DO NOSSO POVO



Está-se a preparar um novo estatuto regional para a Galiza. Um novo engano ao povo galego. Um adiar a resolução rigorosa dos nossos problemas socio-económicos e culturais.Uma farsa está a ser bailada por todos os actores do teatro das instituições coloniais.Muitos dirão que é um passo mais.É certo. Um passo mais para o suicídio. A Galiza não é os Paises Catalães que necessitam ao resto do estado espanhol como mercado dos seus produtos. Nós tambêm vendemos na Espanha, mas o nosso futuro é Portugal, é França e o resto da Europa atlántica e continental. O cinto que nos aperta por força ao estado espanhol impede que exprimamos libremente as nossas potencialidades comerciais e tambêm culturais. Galiza necessita ser livre para ser. Necessita ser um estado para estar firmemente unida, sim unida, ao resto do estado espanhol, Portugal e Europa. Hoje estamos afastados dos eixos do comércio e poder na Penínsul. Os mesmos que dizem defender a unidade de não sei que entes etéreos, são os que isolam Galiza. A independência nacional nos unirá por fim com Portugal e os povos espanhóis. Já poderemos ser irmão dos espanhóis se somos livres. Já não serám mirados como ameaças e abusadores e ladrões senão como vizinhos. O mesmo para os catalães e bascos, tão ágeis eles em aproveitar a honradez e o trabalho dos galegos.Galiza deve ser livre para agasalhar Europa e ao mundo. Para receber ao galegos da diáspora forçosa. Aos exilados. Para começar a trabalhar de maneira autocentrada em nós e desenvolver as nossas potencialidades económicas, culturais e solidárias como o resto dos povos livres.A humanidade merece a um povo galego que cointribua ao esforço pola superação das opressões socias e nacionais. Um povo galego que viva em um marco de igualdade de oportunidades nacionais. Que possa mostrar para o que val. Que possa agir sem imposições imperialistas vizinhas.É inaceitável a repressão de galeguistas pelo facto de ter umas ideias distintas do projecto hispano peninsular de asolagamento dos povos e latrocínio das nossas riquezas. A democracia semelha não ter arrivado ainda à Galiza.

quarta-feira, dezembro 14, 2005

Fuge do consumismo mas se mercas algo que seja GALEGO !!!

Literatura , música, filmes, roupa, qualquer agasalho que desejes fazer que seja galego-português !

Não te deixes enganar pola propaganda enganosa e o consumismo sem sentido.

Merca produtos galego-portugueses para que a renda fique na Terra !!! Não boicotes à tua economia !

SELEÇÃO NACIONAL DE FÚTEBOL


Uma verdadeira seleção galega não é uma seleção tutelada pola CAG. Deveria ser nacional a todos os efeitos e poder chegar a competir em confrontos europeus e mundiais coma ja o faz Cymru, Alba etc.

Além disso a chefia autonómica dos desportos desenhou uma camisola "regional" para a equipa galega que criaram. Nem o nome da nação, nem
escudo nacional leva grafada.

Ou seja que a seguir a esperar...

terça-feira, dezembro 13, 2005

Ligações a arquivo de artigo anterior do jornal THE HERALD

Copiar e colar no vosso navegador:
=6&fromday=01&frommonth=09&fromyear=2004&today
=30&tomonth=09&toyear=2004&By=donnelly&Title=
=We+are+not+Celts+at+all+but+Galicians%3B+DNA+research+links+the+Scots%2C+Irish+and+Welsh+to+north-western+Spain

"We are not Celts at all but Galicians"

ETNOGÊNESE DO POVO GALEGO

No seguinte artigo o chefe do laboratório de genética do Trinity College de Baile Atha Cliath (Dublin) reflite o descobrimento nos gens irlandeses uma identidade galega. Os galeses, irlandeses e escoceses são predominantemente galegos antigos.
As velhas lendas milesians renascem à luz das mais avançadas análises científicas.





We are not Celts at all but Galicians
http://www.theherald.co.uk/news/23762.html
por BRIAN DONNELLY
Jornal británico The Herald, September 10 2004
CELTIC nations such as Scotland and Ireland have more in common with the Portuguese and Spanish than with the Celts of central Europe, according to a new academic report.Historians have long believed that the British Isles were swamped by a massive invasion of Iron Age Celts from central Europe around 500BC.However, geneticists at Trinity College in Dublin now claim that the Scots and Irish have more in common with the people of north-western Spain.Dr Daniel Bradley, genetics lecturer at Trinity College, said a new study into Celtic origins revealed close affinities with the people of Galicia.He said: "It's well-known that there are cultural relations between the areas but now this shows there is much more. We think the links are much older than that of the Iron Age because it also shows affinities with the Basque region, which isn't a Celtic region."He added: "The links point towards other Celtic nations, in particular Scotland, but they also point to Spain."Historians believed the Celts, originally Indo-European, invaded the Atlantic islands in a massive migration 2500 years ago.But using DNA samples from people living in Celtic nations and other parts of Europe, geneticists at the university have drawn new parallels.Dr Bradley said it was possible migrants moved from the Iberian peninsula to Ireland as far back as 6000 years ago up until 3000 years ago."I don't agree with the idea of a massive Iron Age invasion that took over the Atlantic islands. You can regard the ocean, rather than a barrier, as a communication route," Dr Bradley said.Archaeologists have also been questioning the links between the Celts of eastern France and southern Germany and the people of the British Isles and the new research appears to prove their theories.The Dublin study found that people in areas traditionally known as Celtic, such as Ireland, Wales, Scotland, Brittany and Cornwall, had strong links with each other and had more in common with people from the Iberian peninsula.It also found people in Ireland have more in common with Scots than any other nation."What we would propose is that this commonality among the Atlantic facade is much older, 6000 years ago or earlier," Dr Bradley added.There are also close links between Scotland and Ireland dating back much further than the plantations of the 1600s when many Scots moved to Northern Ireland in search of fertile farming lands, the research showed.However, the researchers could not determine whether fair skin, freckles, red hair and fiery tempers truly are Celtic traits.Stephen Oppenheimer, professor of clinical socio-medical sciences at Oxford, said that the Celts of western Scotland, Wales, Ireland and Cornwall were descended from an ancient people living on the Atlantic coast when Britain was still attached to mainland Europe, while the English were more closely related to the Germanic peoples of the interior.He said: "The English are the odd ones out because they are the ones more linked to continental Europe. The Scots, the Irish, the Welsh and the Cornish are all very similar in their genetic pattern to the Basque."
The study headed by Dr Bradley was published in the American Journal of Human Genetics.

ABANDONO DE CÃOZINHOS EM CASTINHEIRAS-MARIM


O parque natural de Castinheiras em Marim é um lugar que utilizam gentes sem escrúpulos para abandonar animais domésticos , nomeadamente cãos.

Hoje podem-se ver cãozinhos de caça abandonados à sua sorte para sucumbir ante uma morte lenta e tortuosa sem comida, nem calor, coas baixas temperaturas do inverno a matar os seus corpinhos.

Valentes caçadores que abandonam as suas mascotas tras a temporada de caça.

Na Galiza não é cumprida a Lei de Protecção dos Animais. Não se faz cumprir por parte das autoridades.

As cãozeiras estão completas. Os concelhos não querem aportar mais e os abandonos aumentam.

Os animais não importam. Como vão importar em um pais no que não importam as crianças nem os velhos?

Esta sociedade galega está gravemente enferma.

segunda-feira, dezembro 12, 2005

Petroglifos da Portela das Laxes abandonados


Em Viascom, paróquia de Cotobade, famoso por dar gentes como Ricardo Portela, famoso gaiteiro ou Pichel galeguita histórico, segue a estar abandonado o petroglifo chamado A Portela das Laxes.

Os toxos e fentos medram entre as rochas chegando a ocultar as inscripções pétreas.

O troco no governo municipal, antes governado durante longo tempo polo PP, para uma coaligação PSOE-BNG semelha infelizmente não ter efeito em problemas coma este.

Se despreçamos a nossa cultura não merecemos rem.

Desde a indicação na estrada Ponte-Vedra-Ourense até a reixa que rodeia as rochas tudo está em muito mal estado, oxidado completamente.

Já vai sendo hora que se respeite o nosso património.

Mámoa do Rei abandonada


Este domingo deslocámo-nos à região do Morraço para contemplar estupefactos como está abandonada à sua sorte à preciosa Mámoa-dolmen do Rei.

As mãs hervas medram nas rochas pondo em perigo a conservação de estas expressão milenária da nossa cultura megalítica.

Fazemos um chamado à visita-la e a fazer protesto público polo seu estado.

A foto corresponde a sua situação anterior á nossa visita. Em novo post mostraremos estado actual.

quinta-feira, novembro 17, 2005

Últimos acontecimentos

Os últimos aconteceres na cena política convidam-nos a reflexionar. Troco de governo autonómico, repressão do independentismo, debate estatal sobre as reformas estatutárias são factos de uma importância capital.

terça-feira, julho 19, 2005

www.gallaecia.tk


Esta é uma web irmã que recolhe interessantes artigos sobre diversos aspeitos da nossa realidade nacional: etnogênese, história, política, arqueologia, etc. Convidamos-lhes a dar-se um raite por ela.
www.gallaecia.tk ou http://usuarios.lycos.es/gallaecia/

Intercéltico de Ortigueira


Aí vai uma foto do festival deste ano. A bandeira nacional baila aos sões dos irlandeses de Lunasa.

segunda-feira, julho 18, 2005

Saudações


Começo hoje um blog que espero tenha continuidade no tempo e espaço para o debate e comunicação de mensagens que tenham a ver com a realidade galega, passada e presente.

Galiza continua o seu percorrido histórico apesar dos atrancos que na história temos achado. Contudo a situação da nossa nação é preocupante. A nossa língua e cultura esmorecem. A nossa supervivência como Povo está ameaçada pela colonização estrangeira.

Queremos dar a voz de alarme ante esta situação crítica que se pode tornar em uma queda sem retorno para a assimilação total da nossa identidade pela cultura estrangeira.

Contudo não renunciamos a rectificar a história.

Reintegracionismo “legal”

Reproduzo post no foro de Vieiros a respeito de “legalizar” a situação do galego correcto.

“Autor: Placidinho (---.red-82-158-192.user.auna.net)Data: 15-07-05 18:15A respeito das declarações, afirmando a unidade linguística galaico-portuguesa, feitas recentemente por D. Manuel Fraga Iribarne (PP), D. Isaac Díaz Pardo (PSOE) e D. Camilo Nogueira Román (BNG), pessoas todas elas abondo conhecidas na Galiza, experientes, viajadas e respectadas dentro das suas organizações, proponho-lhes que:Façam, agora sim, uma declaração conjunta (con mais gente se se quer- incluir mulheres) para que isto seja reflectido no Novo Estatuto para que consequentemente:
1. Se bloqueie e reduza a lusofobia na Galiza.
2. No Novo Estatuto, o português deixe de ser uma lingua alheia à Galiza.
3. Se possam dar acções de governo concretas –leis, decretos, normas- que desenvolvam o ponto anterior. Por exemplo:a. Integrar no currículo de Língua Galega as normas AGAL e português padrão.b. Validar as normas anteriores perante as administrações espanholas na Galiza.
E assim, por fim, transitar efeitivamente pela estrada do reintegracionismo. Milhares de primaveras para a língua galega !!!”

Património galego

Ante o cámbio de governo nas instituições autonómicas da Junta da Galiza abrem-se novas expectativas respeito ao troco no rumo da assinação do orçamento público. No que respeita às competências em Cultura que provalmente assumirá por fim o Bloco Nacionalista Galego, esperamos que o seu exercício aporte resuldados por exemplo no atingente à preservação do nosso património histórico-arqueológico.

Nos últimos anos vê-se produzindo um abandono do mesmo coas conseqüencias desastrosas conhecidas como a destruição de numerosos jázigos que não foram convenientemente estudados, valorados e protegidos.

Na auto-estrada que se está a finalizar no Morraço temos a mais graves das destruições do nosso património em uma das comarcas galegas mais ricas em vestígios megalíticos e castrejos.

Compre uma actuação ampla, firme e decidida na defesa do que ainda não foi destruido e no estudo e excavação dos restos abandonados ou no achado de novos.

É uma tarefa básica para o conhecimento da nossa História.